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Pinguins não são gays, são "namoradeiros"

Um estudo publicado pela revista científica “Ethology” revelou que pinguins que demonstram rituais de acasalamento com parceiros do mesmo sexo são “namoradeiros” e não homossexuais.

Os casos de homossexualidade dentro desta espécie estão bem documentados. No jardim zoológico de São Francisco, EUA, um casal de pinguins masculino permaneceu junto durante mais de seis anos.

No entanto, investigadores franceses, do “Centre for Functional and Evolutionary Ecology” em Montpellier, declararam que estes animais praticavam rituais de acasalamento com parceiros do mesmo sexo por haver demasiados machos, ou porque os machos têm níveis elevados de testosterona. Mesmo em estado selvagem os pinguins formam casais do mesmo sexo, no entanto, após algum tempo, a maioria dos animais formam relações heterossexuais.

Mais de um quarto das aves observadas numa colónia de pinguim-rei começavam exibições de acasalamento com parceiros do mesmo sexo. No entanto, apenas dois casais – um macho e outro fêmea – criaram um vínculo suficiente para aprenderem o chamamento um do outro.

Uma das teorias que poderá explicar este comportamento é o facto de não haver aves suficientes do sexo oposto. Outra teoria afirma que os pinguins não sabem diferenciar entre macho e fêmea e acabam por se emparelhar aleatoriamente. No entanto, esta última teoria é altamente improvável, disse um dos investigadores que “se o caso fosse esse a taxa de emparelhamento de casais homossexuais seria muito mais alta”. Referindo-se ao par que aprendeu o chamamento do parceiro disse “mesmo que estes pares tenham criado uma ligação não quer dizer que não a terminem caso encontrem outro par mais desejado”.

 

Lúcia Vieira

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