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Quem é William H. Clode? IPO garante que médico considerado homofóbico não trabalha no Instituto

O artigo considerado homofóbico, que gerou inúmeras reacções nos media e por parte de várias associações LGBT, veio pôr em causa os critérios editoriais da revista da Ordem dos Médicos. Num artigo de opinião o médico William H. Clode, que descrevia os homossexuais como “anormais”, “defeituosos”, “doentes”, “portadores de taras”, “condutas repugnantes”, “higiene degradante” e que requerem “correcção”, era apresentado como Chefe de Serviço Hospitalar do Instituto Português de Oncologia.

Numa nota de esclarecimento enviado ao jornal Público, o Instituto Português de Oncologia desvincula-se do médico autor da polémica, sublinhando que "a ligação que é feita entre o Instituto e o médico William H. Clode é completamente falsa". Na mesma nota pode ler-se que "não é verdade que William H. Clode seja director do Instituto, nem nunca assumiu tal cargo nesta instituição e nem é trabalhador desta instituição". 

 

O dezanove  sabe que William Henry Clode, que é especializado em radioterapia, tem, na realidade, um consultório médico no Carregado (arredores de Lisboa).

 

A revista da Ordem dos Médicos, que tem como directora executiva Paula Fortunato, é um veículo privilegiado de comunicação destes profissionais.

 

Recorde-se que o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, mostrou-se na passada quinta-feira solidário com a publicação do artigo, descrevendo-o como “normal”.

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