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Direitos LGBT também foram ao protesto Geração à Rasca (vídeos)

As estimativas apontam para que cerca de 300 mil pessoas se tenham manifestado em Lisboa e no Porto. A estes números somam-se ainda os participantes das concentrações de Faro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Guimarães, Leiria, Ponta Delgada, e Viseu e ainda Haia, Londres, Berlim, Barcelona, Estugarda e Copenhaga e Paris.

O protesto, que nasceu nas redes sociais, ultrapassou em muito os cerca de 70 mil que disseram online que iam participar na manifestação contra a precariedade. O protesto apartidário, laico e pacífico foi caracterizado por participantes de diferentes gerações e com várias motivações, que exibiam em folhas de papel ou cartazes

Em Lisboa, o palco central dos acontecimentos foi a Avenida da Liberdade. Aqui, lado a lado, estiveram membros de grupos de extrema esquerda e de extrema direita, mas também activistas dos direitos LGBT. Respaldado pela bandeira do arco-íris, um dos cartazes relembrava a precariedade das pessoas transexuais perante o cenário de falta de cirurgiões especialistas para operações de mudança de sexo no sistema nacional de saúde.

O colectivo Panteras Rosa - Frente de Combate à LesBiGayTransfobia marcou presença e os seus membros, em entrevista ao dezanove, falaram da precariedade da comunidade LGBT no que respeita a condições laborais em Portugal.

 

 

 

Reportagem fotográfica completa do Protesto Geração à Rasca aqui

 

 

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