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Modelo gay usa desigualdade entre homossexuais e heterossexuais para escapar a dever jurídico

Jonathan D. Lovitz referiu que não poderia ser imparcial. Jonathan é modelo, actor e homossexual e escapou ao dever jurídico este mês alegando não conseguir ser imparcial por ser tratado como cidadão de segunda classe.

O modelo esperava para ser chamado, juntamente com outros jurados, quando lhe foi perguntado se conseguiria ser imparcial. Jonathan escreveu na sua página do Facebook: "Levantei a mão e disse: "Uma vez que não posso casar-me ou adoptar uma criança no estado de Nova Iorque não conseguirei ser um juiz imparcial de outro cidadão quando eu próprio sou considerado como um de segunda categoria aos olhos deste sistema judicial". De seguida foi dispensado pelo juiz.

Aos média locais Jonathan relatou "foi um impulso momentâneo", "estava a tremer" e "saiu-me espontaneamente". "Nunca pretendi ser activista. Sou apenas um jovem que viu a desigualdade no Estado e no país.".

Jonathan referiu ainda: "Todos temos responsabilidades cívicas, como o pagamento de impostos e o dever de jurado - no qual creio que todos deveremos participar. Mas quando chega a altura de dizer como verdadeiramente nos sentimos é preciso realmente dizê-lo."

Profissionais na área jurídica dizem que é trabalho de um juiz dispensar ou não um membro do júri e não o de considerar apto para ser imparcial.

GQ

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