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Violência e detenções na marcha do Orgulho LGBT não autorizada de Moscovo (fotos e vídeo)

Manifestantes com bandeiras do arco-íris e cartazes onde se podia ler "A Rússia não é o Irão" e “Liberdade” foram atacados ao início da manhã em Moscovo, por membros de um grupo ultraortodoxo. A polícia actuou detendo indiscriminadamente vários manifestantes.

Entre os detidos encontram-se activistas pelos direitos LGBT, como o britânico Peter Tatchell e Louis-George Tin, promotor do Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia e Transfobia, que tentavam pelo sexto ano consecutivo levar a cabo a marcha do orgulho LGBT.

Activistas russos, europeus e norte-americanos planeavam realizar a marcha perto do Kremelin, apesar do presidente da câmara moscovita, Sergei Sobyanin, ter declarado que esta não estava autorizada. Já no ano passado, o anterior presidente da Câmara de Moscovo, Yuri Luzhkov, comparou o Gay Pride a um "acto satânico".

Segundo um correspondente da Radio Free Europe/Radio Liberty os protestos desencadearam-se depois de um grupo de jovens radicais ter entrado em confronto directo com os activistas LGBT.

Apesar dos apelos da Amnistia Internacional e de sentenças do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenando a Russia pelas violações da Convenção Europeia dos Direitos do Homem, as marchas do orgulho LGBT estão há vários anos proibidas naquele país, onde o preconceito contra os homossexuais é bastante acentuado.