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E quando as causas da impotência são psicológicas?

No artigo anterior começámos a falar deste assunto, que embora incómodo é real e motivo inúmeras vezes de desconforto ou mesmo infelicidade. Hoje vamos terminar falando das causas psicológicas deste... incómodo.

- Falta de diálogo com o parceiro – A simples existência de assuntos mais incómodos, tabu ou mesmo a fantasia gostava de realizar, mas não se tem coragem para revelar podem ser motivos para ansiedade e como tal comprometer o desempenho.

- Medo de doenças – Fala-se de sexo seguro e tenta-se reduzir os riscos ao mínimo, mas eles existem sempre. Para certas pessoas este motivo pode não ser o suficiente, mas para outras é mais do que suficiente para que o nosso maior órgão sexual (o cérebro) se recuse a trabalhar e comprometa tudo o restante.

- Falta de experiência ou más experiências sexuais no passado – Porque o passado existe (ou não), quer uma situação quer outra comprometem o momento. Seja porque a última vez correu mal, seja porque nunca se fez.

- Ser-se apressado ou medo de ser apanhado – As “rapidinhas” podem ter o seu grau de excitação ou de graça... da mesma forma a ideia de ser apanhado pode ter o seu “quê” de adrenalina. Mas podem, quando se tornam na única forma de prazer, comprometer o desempenho.

- Atrito conjugal – Seja porque está numa relação mais duradoura ou porque saiu dela, os atritos ou discussões são motivo mais do que suficiente para que o acto sexual não corra bem. Basta que simplesmente se lembre do motivo da zanga.

- Presença de elementos perturbadores – Pode parecer estranho, mas como ninguém é igual a ninguém: o cão, a janela aberta, a luz acesa, os vizinhos que podem ouvir. O cérebro manda e se não estiver confortável vai fazer com que o restante não esteja também.

- Cansaço ou stress – Estes motivos podem ser mais do que suficientes para uma entrega menos completa ao acto. O chefe que não o larga, o medo de perder emprego ou as contas por pagar são motivos em que não pensa na altura, mas se existem, estão lá e “fazem das suas” (ou não).

- Motivo – É estranho, mas se o seu motivo para o acto sexual não for apenas o prazer, o insucesso pode estar à espreita. Raiva, vingança ou provar desempenho são alguns dos motivos que podem condenar o prazer do sexo.

- Ansiedade de desempenho – Nos dias de hoje o sexo tem de ser sempre bom, muito bom ou bestial. E todos são atletas sexuais. Esta pressão pode ser o suficiente para que o momento de prazer se torne em desconforto.

 

Como de costume, falar sobre si e sobre as suas coisas é meio caminho andado para as resolver. Somos humanos e como tal falhamos e acidentes acontecem. O bom sexo é a recompensa.

 

Até para a semana, tenham bom sexo e ainda mais cuidado!

Sempre vosso, Enfº Carlos Camisão