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Marcha do Orgulho pára Rua do Carmo

Foi a surpresa da tarde, milhares de pessoas desceram do Príncipe Real até ao Chiado reivindicando igualdade, a não discriminação e direitos LGBT, mas antes da chegada à Praça da Figueira todos, entre manifestantes e transeuntes, pararam para ouvir o manifesto da 12ª Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa lido pela activista e actriz Joana Manuel.

Ao longo de vários minutos e de megafone na mão, na rua lisboeta imortalizada pelos UHF, a actriz foi elencando as razões da Marcha: “As mudanças não acontecem 'por si, somos nós que as fazemos e o mês de Junho comemora em todo o mundo as mudanças que vamos tornando possíveis em prol dos direitos das pessoas LGBT, em prol dos direitos humanos, em prol de todas e todos nós”, leu a actriz, que continuou dizendo que “estaremos na rua sempre que for preciso e enquanto for preciso para lembrar que pessoas LGBT vêem as suas vidas destruídas pelo ódio, pela discriminação, pelo desconhecimento, muitas vezes num silêncio imposto pelo medo, pela solidão ou pela vergonha”.
A activista reforçou os conceitos do manifesto subscrito pelos 21 colectivos presentes na marcha de hoje “Liberdade, Igualdade e Solidariedade […] são princípios dos mais elementares da espécie humana, onde todas e todos nos reconhecemos e porque são essas as cores da bandeira arco-íris que hoje levantamos”, rematou Joana Manuel.

Entre aplausos e olhares cúmplices, as bandeiras do arco-íris que representam a luta dos gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros foram empunhadas depois até à Praça da Figueira, onde houve lugar para mais palavras de ordem por parte das associações e colectivos que participaram na marcha de hoje. Faltam números oficiais, mas o site Esquerda.net aponta para uma presença de 3500 pessoas.


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