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Mandarins mantêm ligações vitalícias com parceiros do mesmo sexo

Um estudo levado a cabo pela Universidade de Berkeley (Califórnia) descobriu que os mandarins podem ter ligações vitalícias com parceiros do mesmo sexo. Os investigadores escolheram esta espécie de ave para o estudo por estes animais manterem relações monogâmicas durante toda a sua vida. Descobriu-se que, quando criados em grupos do  mesmo sexo, mais de metade dos machos formam casais com parceiros do mesmo sexo. Mesmo após a introdução de fêmeas no grupo, cinco em cada oito machos mantiveram os seus laços, ignorando as fêmeas.

Os investigadores também observaram que os casais do mesmo sexo demonstravam o mesmo comportamento que os casais de sexo oposto, incluindo fazer um ninho, cantar para o outro e empoleirar-se juntos.

Julie Elie, que encabeçou este estudo declarou à BBC Nature: "Esta investigação revelou que os vínculos no reino animal podem ser mais complexos do que um macho e uma fêmea que se juntam para reproduzir. Uma parelha em espécies socialmente monogâmicas representa uma parceria de cooperação que pode trazer vantagens a nível de sobrevivência. Encontrar um parceiro social, seja qual for o seu sexo, pode ser uma prioridade."

Este não é o único exemplo de aves que criam vínculos vitalícios com parceiros do mesmo sexo, sendo o caso mais mediático o dos pinguins Roy e Silo, do Zoo de Manhattan, que construíram o seu ninho juntos e incubaram um ovo fertilizado doado pelo tratador.

 

Lúcia Vieira


Fontes: BBC News e Pinknews