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Na hora de acasalar lulas não fazem distinção de sexo

Um grupo de cientistas americanos observou a vida sexual das lulas octopoteuthis deletron e concluiu que estes moluscos marinhos acasalam nas águas profundas do mar não conseguindo distinguir o sexo dos seus pares.

 

Os resultados do estudo foram publicados na revista "Biology Letters", da Royal Society. Sobre a reprodução desta espécie sabe-se que após a cópula, macho e fêmea morrem. Os machos possuem um órgão sexual semelhante a um pénis, usado para depositar o esperma na fémea. A localização das "cápsulas" destinadas aos espermatozóides são similares em ambos os sexos. Isso, somado às condições escuras do habitat, à semelhança física entre machos e fêmeas (que dificilmente se distinguem), e à dificuldade em encontrar outras lulas da mesma espécie são as justificações apresentadas pelos investigadores para que as lulas octopoteuthis deletron não façam distinção do sexo na hora de acasalar.

 

Muitas espécies de lulas têm um curto período de vida e um período de reprodução breve, por isso os investigadores defendem que as lulas quererem ampliar a probabilidade de procriação num ambiente desfavorável, como é a escuridão do fundo do mar: "O acasalamento bissexual faz parte de uma estratégia de maximização da reprodução", indicou Hendrik Hoving, investigador do Instituto Aquático da Baía de Monterey, na Califórnia.

 

Biólogos já tinham descoberto práticas semelhantes em espécies como o polvo e os pinguins.

 

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