
Desferida por golpes de martelo na cabeça e de navalha, enterrada e queimada pela cal Astrid Carolina López Ceice, foi encontrada esta semana, 20 dias depois do seu desaparecimento, no quintal do já confesso assassino. Raúl Vega Carvajal entregou-se numa esquadra de polícia: “Senhor agente, matei um travesti”.
Terá sido um cocktail de sexo, drogas e álcool que desencadeou uma violenta discussão, por alegadamente, o acusado, de 33 anos, se ter negado a pagar pelos serviços de prostituição a que se dedicava Astrid, avança o jornal ABC.
Originária da Colômbia, Astrid Queen como era conhecida vivia em Madrid. Morreu aos 30 anos de idade.
Raúl Vega Carvajal, que se entregou esta quarta-feira às autoridades, ficou em prisão preventiva sem direito a fiança.
Já é conhecida de todos pela sua postura sempre de indignação, ou porque diz que nada se faz, ou porque quando se faz diz que está mal feito.
Dessas 17 mortes que contou, sei, de fonte segura (e não porque as contei), que nenhuma ocorreu na península ibérica, o que não deixa de ser trágico, mas devia dar os parabéns ao dezanove por dar cobertura a uma noticia que nenhum outro órgão de comunicação social português deu, em vez de (mais uma vez) criticar, criticar e criticar.
Faça você mesmo os comentários às 17 mortes que aconteceram, através dos seus comentários públicos. Se se esforçasse na partilha de informação e se poupasse nas criticas, quem sabe não tinha um bocadinho mais de credibilidade.
Obrigado dezanove!