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Depois do beijo gay Charlie Hebdo quer fazer as pazes com o Islão

 

A edição desta semana da revista satírica francesa Charlie Hebdo causou transtorno entre alguns membros da comunidade muçulmana por apresentar na capa uma ilustração de dois homens a beijarem-se, um deles apresentando as vestes muçulmanas e o outro uma t-shirt da revista.

A edição de hoje tem na legenda “O amor é mais forte que o ódio”. Na semana passada, os escritórios da revista foram queimados, o site atacado por hackers, o Facebook suspenso por 24 horas e os funcionários alvo de ameaças de morte após ter sido anunciado que Charlie Hebdo tinha convidado o profeta Maomé para ser editor da revista e que ameaçava os seus leitores com “100 chicotadas se não morressem a rir.”

O grupo de hackers turco conhecido como Akincilar assumiu temporariamente o controlo do website e deixou a seguinte mensagem: “Vocês continuam a abusar do Todo-Poderoso Profeta do Islão com desenhos repugnantes e vergonhosos sob a desculpa da liberdade de expressão. Que sejam amaldiçoados por Deus. Nós seremos a vossa maldição no ciberespaço.”

A revista já tinha provocado uma onda de protestos em 2007 após ter reimpresso uma cópia das caricaturas dinamarquesas do profeta. Charlie Hebdo está em circulação desde 1961.

Lúcia Vieira

 

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