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Alegados "bullies" isentos no caso de Jamey Rodemeyer

Jamey Rodemeyer, de 14 anos, suicidou-se em Setembro último.

O jovem, vítima de bullying homofóbico tinha sido alvo de mensagens via internet em que Jamey era  chamado de “gay e feio” e cujo teor o encorajavam a matar-se. Jamey, no entanto, chegou mesmo a lançar um apelo de ânimo no âmbito do projecto de apoio a jovens LGBT It Gets Better.

John Askey, chefe da polícia de Amherst, em Nova Iorque, anunciou que não foram efectuadas acusações relacionadas com o bullying homofóbico que terá causado a morte de Jamey. Segundo John Askey os incidentes homofóbicos de que Jamey foi alvo não são susceptíveis de acção criminal e o polícia afirma “não estar satisfeito com isso”.

 

Em conferência de imprensa John Askey lamentou não ter encontrado nada que o levasse a avançar na investigação e justificou que em determinados casos a existência de demasiado tempo transcorrido dos alegados episódios de bullying funcionam como limitação legal. Askey acrescenta que embora que tenham existido sete episódios de bullying realizados por diferentes pessoas, tal acabou por implicar que nenhum aluno possa ser responsabilizado individualmente.

 

Frank Sedita III, um advogado local concorda que o caso seja encerrado alegando que as provas contra os outros estudantes eram “ténues”.

 

Em Setembro a morte de Jamey Rodemeyer foi catapultada para os média. Contribuíram para a mediatização do caso as inúmeras notícias acerca do testemunho dos pais a um canal de televisão norte-americano e a menção de Lady Gaga a esta morte, que terá originado o lançamento da Fundação Born This Way.

 

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