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Portugueses desconhecem sintomas da hepatite B

Para antecipar o Dia Mundial das Hepatites, que se comemora no dia 19 de Maio a Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF), a SOS Hepatites, e a Bristol-Myers Squibb apresentaram hoje os resultados de um estudo de percepção sobre o conhecimento geral dos portugueses em relação à hepatite B.

O estudo mostra um grande desconhecimento da população no que toca às formas de contágio e sintomas da hepatite B. Concretamente, revela que 54% dos portugueses desconhece os sintomas associados à hepatite B. Dos que sabem quais os principais sintomas da hepatite B, só 19,5% refere a coloração amarela da pele ou olhos, 15,1% menciona o cansaço e 11,8% refere as náuseas e a indisposição gástrica. Apenas 16,8% dos portugueses considera estar bem informado sobre a hepatite B, havendo 52,7% dos inquiridos que gostaria de saber mais sobre a doença no geral, 27,6% sobre as formas de contágio e 19,1% sobre as formas de prevenção.

Outro resultado do estudo demonstra que três em cada dez portugueses não conhece as formas de contágio da hepatite B. Erradamente, a saliva é uma das formas de contágio mais referida, sendo apontada por 32,3% das pessoas. O sangue e as relações sexuais vêm depois, referidas por 24,5% e por 21,5% dos inquiridos, respectivamente.

No que diz respeito à prevenção, 54,1% dos inquiridos admite que não adopta, no dia-a-dia, qualquer medida preventiva face à hepatite B. Apenas 11% dos inquiridos nomeia espontaneamente a vacina enquanto forma de prevenção da hepatite B, sendo que 18,6% dos portugueses diz já ter sido vacinado e 33% admite vir a ser vacinado num futuro próximo.

O estudo revela ainda que, quando comparada com outras doenças, as hepatites tendem a ser desvalorizadas. Para a maioria dos portugueses o cancro é a doença mais preocupante e aquela que lhes origina maior receio, seguido das gripes (38,7%) e da sida (11,8%). As hepatites são referenciadas como doença mais preocupante apenas por 4,8% dos inquiridos.