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Caso Sizzla: Associação diz que “lobby gay” passou “de oprimido a opressor”

A espanhola Asociación Cultural Reggae (ACReggae) lamentou o cancelamento do concerto do jamaicano Sizzla por pressões do "lobby gay" que, garante, "passou de oprimido a opressor". Em comunicado, pretendem denunciar a "impressionante e difamatória campanha de imprensa orquestrada com maldade" pela Federación Estatal de Lesbianas, Gays, Transexuales y Bisexuales (FELGTB), que no país vizinho liderou os protestos e levou ao cancelamento dos concertos em Espanha.

 

Em causa estavam várias declarações e música do jamaicano, consideradas homofóbicas e de incitarem ao ódio. Segundo a ACReggae, a campanha da FELGTB pretendia "afundar um cidadão jamaicano que tenta expressar a sua arte e ajudar ao mesmo tempo a comunidade", nomeadamente "os pobres e necessitados da sua ilha", considera a associação.

A associação admite que, no passado, Sizzla "cometeu algumas falhas", mas diz que a proibição dos concertos em várias cidades espanholas representa "uma obstrução à democracia e à liberdade de expressão", acrescentando que em Espanha "vemos que o lobby gay passou de oprimido a opressor, de grupo julgado a juiz do que está bem e do que está mal; isso não podemos aceitar".

Em Portugal, à semelhança de Espanha e Suécia, o concerto agendado para o espaço TMN ao Vivo (Lisboa) também foi cancelado. A organização procura agora viabilizar o concerto noutro espaço. Sizzla passou por Portugal em 2003 (Paredes de Coura), 2007 (Delta Tejo) e 2009 (Semana Académica de Lisboa). Na Holanda, estão a decorrer pressões para que Sizzla também não actue.

 

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