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Presidente da Associação de Bioética: impedir PMA a lésbicas e homossexuais é uma afronta

O Presidente da Associação Portuguesa de Bioética (APB), Rui Nunes, soma-se ao Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida nas críticas contra o acesso às técnicas de procriação medicamente assistida por parte de casais homossexuais.

Para Rui Nunes impedir a procriação assistida em casais homossexuais é uma afronta ao Estado de Direito como Portugal: “A nossa Constituição foi alterada há uns anos, por unanimidade, no sentido de que ninguém pode ser discriminado em razão da orientação sexual” e “no ano passado legalizou-se o casamento entre pessoas do mesmo sexo”, recordou esta quinta-feira em declarações à Lusa.
“Há alguma coisa que não é coerente quando se diz que estas pessoas podem casar, mas não podem ter acesso às técnicas que, no fundo, concretizam aquele casamento ou aquela relação”, criticou. Rui Nunes critica também a criação de um limite etário no acesso à PMA: "Estar a sociedade a criar um limite de 45, 50 ou 55 anos é sempre artificial" e "não tem nunca justificação ética", defendeu. A única barreira deve ser "o bom senso". "Senão eu pergunto: porque é que [o limite de idade] há de ser 50 anos? Com 49 pode e com 50 não?", questionou. 

Além de Presidente da APB, Rui Nunes é professor catedrático e director do Serviço de Bioética e Ética Médica da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP).

 

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