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Especialistas dos EUA aprovam pílula preventiva contra o VIH

Consultores sanitários dos Estados Unidos recomendaram a adopção do medicamento Truvada como a primeira pílula preventiva contra a sida.

O Comité de Aconselhamento de Drogas Antirretrovirais, que assessora a Food and Drug Administration (FDA), aprovou a prescrição do Truvada para homossexuais HIV-negativos, e para cônjuges não infectados cujos parceiros têm sida.

Actualmente o Truvada está disponível como tratamento para seropositivos em combinação com outras drogas antirretrovirais. A fabricante de medicamentos Gilead Sciences Inc, apresentou uma solicitação para poder comercializá-lo com o objectivo de prevenção. No entanto, os mais críticos argumentam que a pílula é cara – custa até 14 mil dólares por ano – e outros alertam que o teste clínico não representa as circunstâncias do mundo real e poderia provocar um aumento na prática de sexo sem protecção e numa subida de casos de sida.

O estudo foi realizado em 2470 homens homossexuais e 29 transexuais, com idades entre 18 e 67 anos, sexualmente activos, mas não infectados com o VIH. Os participantes foram seleccionados ao acaso para tomar uma dose diária de Truvada ou um placebo, isto é, uma substância neutra que é administrada em vez de um medicamento, como controlo. numa experiência ou para desencadear reacções psicológicas nos pacientes. Aqueles que tomaram o novo medicamento com regularidade tiveram uma incidência quase 73% menor de infecções. Em todo o estudo, incluindo aqueles que não fizeram um uso tão prolongado do Truvada, houve 44% menos infecções do que entre aqueles que tomaram o placebo. Depois da publicação do estudo no New England Journal of Medicine alguns especialistas saudaram os resultados, considerando-os a primeira demonstração de que um medicamento oral já aprovado poderia reduzir a probabilidade de infecções por VIH.

 

César Monteiro

 

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