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O primeiro Gay Pride do Pentágono

Realizou-se no passado dia 26 de Junho, no Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Washington, o primeiro evento ligado ao Dia do Orgulho Gay. O dia foi marcado por um colóquio sobre a questão dos homossexuais nas forças armadas. Um dos convidados foi o capitão Matthew Phelps (US Marines), que em apenas um ano passou de gay "no armário", com medo de represálias na sua carreira, a convidado para a celebração do orgulho gay oferecida por Barack Obama, a meio de Junho, na Casa Branca.

Há um ano seria impensável contar a sua história, semelhante à de milhares dos seus camaradas nos vários ramos das forças armadas norte-americanas, no auditório do Pentágono perante uma plateia de 400 membros, civis e militares. Ofereceu um testemunho, na primeira pessoa, sobre a sua carreira durante a vigência do regulamento de disciplina militar que consagrava desde 1994 a norma "Don't ask, don't tell", obrigando os militares no activo a abster-se de manifestações públicas relacionadas com a sua orientação sexual. Esta norma foi abolida a 20 de Setembro de 2011.

O secretário de Estado da Defesa, Leon Panetta, comentou em Maio, que o balanço das chefias militares sobre a revisão do regulamento é positivo, apesar dos receios iniciais. O medo mais invocado era o das eventuais quebras na coesão das fileiras, sobretudo em cenários de conflito, como no Afeganistão ou no Iraque.

Para alguns dos participantes no colóquio do Pentágono sucedeu o inverso."Foi um peso real que foi retirado dos ombros dos membros LGBT ao serviço", com impactos positivos na sua motivação, referiu Jeh Jonhson, conselheiro jurídico do Pentágono.

"Senti, no passado dia 20 de Setembro, que a minha vida ia mudar", comentou o capitão Phelps, perante um plateia em riso quando contou uma episódio pessoa. Nesse dia, "dirigi-me à minha secretária à espera que me viessem logo perguntar se era ou não gay. Para meu espanto ninguém se deu ao trabalho ao longo de todo o dia..."

 

Manuel Rodrigues

 

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