
A partir de 1 de Setembro os imigrantes ilegais a viver em Espanha deixarão de ter acesso ao sistema nacional de saúde. A única excepção serão os casos de urgência.
A medida insere-se no pacote de medidas de austeridade no sector da saúde, prevendo o governo poupar entre 12,2 e 21,8 milhões de euros. Segundo têm denunciado várias ONG, isto significa que os portadores de VIH deixarão de ter acesso aos medicamentos, afectando entre 2.700 e 4.600 pessoas. Como escreve o El Pais, esta “medida é, na prática, uma condenação à morte”. Várias
associações têm referido que é de prever que aumentem as doenças oportunistas e de hospitalizações, maior probabilidade de transmissão do VIH por via materno-fetal e aumento de doenças infecciosas, como a tuberculose.
O nosso sistema de saúde, nada faz neste sentido. Acolhe toda a gente, imigrantes ilegais e todos os outros. Como não têm morada oficial e não descontam para a Segurança Social nem pagas taxas moderadoras.
O que eu acho é que deviam ser postos nos seus países de origem (sempre nos ficaria mais barato) A Segurança Social diz que não tem dinheiro para nos tratar no entanto gasta fortunas com os ilegais. Nalguns casos até recebem subsídios.
Para os casos de doentes do VIH ou outras doenças infecciosas não digo que não fossem tratados, mas logo que fosse detectada a doença, depois dos primeiros tratamentos deviam ser também recambiados para os seus países de origem acompanhados por relatórios médicos passados pelo Ministério da Saúde e através das respectivas embaixadas.
Nós que trabalhamos toda a vida, fizemos os nossos descontos não é justo estarmos a sustentar a ilegalidade.
Tenho dito Nelson Camacho