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Estes são os Jogos Olímpicos mais gays e lésbicos de sempre

Mas não é preciso ficar muito contente. O dezanove.pt explica o porquê:

Dos 12.602 atletas inscritos apenas 20 são assumidamente lésbicas, bissexuais ou homossexuais. A saber: Matthew Mitcham (Austrália, salto ornamental), Edward Gal (Holanda, equitação), Lisa Raymond (EUA, ténis), Judith Arndt (Alemanha, ciclismo), Seimone Augustus (EUA, basquetebol), Imke Duplitzer (Alemanha, esgrima), Megan Rapinoe (EUA, futebol), Marilyn Agliotti (Holanda, hóquei), Carl Hester (Reino Unido, hipismo), Carlien Dirkse van den Heuvel (Holanda, hóquei), Mayssa Pessoa (Brasil, voleibol), Rikke Skov (Dinamarca, voleibol), Maartje Paumen (Holanda, hóquei), Natalie Cook (Austrália, voleibol de praia), Alexandra Lacrabère (França, voleibol), Jessica Landström (Suécia, futebol), Hedvig Lindahl (Suécia, futebol), Lisa Dahlkvist (Suécia, futebol), Carole Péon (França, triatlo) e Jessica Harrison (França, triatlo). As últimas duas atletas são inclusive namoradas.

Ainda que a percentagem não chegue sequer aos 0,002 por cento do total de participantes, estes são os jogos em que mais atletas LGB estão fora do armário.

O grande destaque vai para a equipa de futebol feminino da Suécia com três lésbicas assumidas (por ordem nas imagens: Jessica Landström, Lisa Dahlkvist e Hedvig Lindahl - a guarda-redes da equipa). Há ainda duas técnicas lésbicas nas Olimpíadas: a treinadora da selecção feminina de futebol feminino dos Estados Unidos, Pia Sundhage, a treinadora da selecção britânica da mesma modalidadee, Hope Powell. Nos Paraolímpicos nota para Lee Pearson (hipismo) e Claire Harvey (voleibol).

Nos Jogos Olímpicos, que celebram a paz entre os povos, participam vários países onde a homossexualidade é penalizada com pena de morte ou atentados graves à integridade dos cidadãos LGBT. Podemos lembrar-nos de alguns exemplos quando países como a África do Sul, o único país africano onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido, ou o Uganda levarem medalhas para casa.

 

Frames dos Jogos Olímpicos

Antes de os Jogos Olímpicos começarem já a imprensa britânica dava conta do colapso do Grindr, uma aplicação que localiza perfis de utilizadores gays nas imediações, aquando da chegada dos primeiros atletas à Vila Olímpica. Após algum tempo sem funcionar, a rede social voltou a ficar operacional.

Nos primeiros minutos dos Jogos Olímpicos foi a vez do fugaz beijo lésbico projectado na cerimónia de abertura, realizada por Danny Boyle (Quem Quer Ser Bilionário), entre várias cenas de beijos famosos na história da televisão, pertencente à telenovela britânica Brookside. Foi mesmo a seguir ao eterno beijo-esparguete entre a Dama e o Vagabundo.

 


Actualização a 3 de Agosto: Acrescentada a informação: "o único país africano onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido"

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