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10 momentos históricos da responsabilidade de Barack Obama

Barack Obama fica para a história como o presidente dos Estados Unidos mais favorável à causa LGBT. As eleições decorrem a 6 de Novembro, terça-feira. Em quatro estados haverá referendos sobre o direito de duas pessoas do mesmo sexo poderem casar-se (Maine, Maryland, Minnesota e Washington). Obama está praticamente empatado com o candidato Mitt Romney nas eleições presidenciais norte-americanas. Mesmo assim, o actual presidente dos Estados Unidos tem uma ligeira vantagem as sondagens. O dezanove.pt recorda agora dez pontos altos do seu mandato.

 

 

1. A favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo

Foi o primeiro presidente dos Estados Unidos a defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A frase foi proferida por Barack Obama a seis meses das eleições presidenciais. "Para mim, pessoalmente, é importante dar um passo em frente e afirmar que os casais de pessoas do mesmo sexo deveriam poder casar-se", disse em entrevista à ABC, acrescentando perceber o significado que a palavra "casamento" tem para a religião, mas que, por exemplo, membros homossexuais do gabinete presidencial têm "relações monogâmicas" e "criam filhos" e que os soldados se sentem "limitados" por não se poderem casar.

2. Homossexuais podem entrar as Forças Armadas

Após 17 anos e mais de 14 mil afastamentos devido à orientação sexual, o Senado dos Estados Unidos aprovou em 2010 uma proposta de lei que visava banir a proibição de elementos nas forças armadas norte-americanas que fossem assumidamente gays, lésbicas e bissexuais ou transgéneros. Esta política era conhecida como "Don't Ask, Don't Tell" ("Não perguntes, não fales"). A medida remontava ao primeiro mandato de Bill Clinton, em 1993, e pretendia impedir a perseguição a gays e lésbicas no exército. Acabou por ter o efeito contrário. 


3. Junho é mês do Orgulho LGBT

A Casa Branca tem assinalado Junho como o mês do Orgulho LGBT. Obama declarou que "em Junho comemoramos a coragem dos indivíduos que lutaram pelos direitos da comunidade LGBT norte-americana, e dedicamo-nos novamente à luta pela igualdade para todos, independentemente da orientação sexual ou identidade de género". 

 


4. Michelle Obama a favor do casamento

"Se ensinamos as nossas crianças que todos somos iguais perante a lei, discriminar casais do mesmo sexo não é correcto. É tão simples quanto isso." Estas declarações foram dadas, via Twitter, por Michelle Obama que respondia a uma série de questões a propósito da recandidatura do seu marido à presidência dos EUA.


5. Casa Branca diz que "Tudo vai melhorar"

A Secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, tal como Obama, juntou-se à campanha "It Gets Better". A campanha, à qual se estão a juntar vozes de vários quadrantes, alerta para as agressões físicas e psicológicas de que os jovens LGBT, ou outros percepcionados como tal, são alvo. Vista por muitos como a mulher mais poderosa do mundo, a Secretária de Estado da administração Obama reagia na sequência das mortes dos seis jovens norte-americanos vítimas de bullying. Numa mensagem com cerca de dois minutos e meio, Hillary Clinton dizia aos jovens gays que eles não estão sozinhos, que não desanimem, porque tudo vai melhorar. 


6. O primeiro gay pride no Pentágono

Realizou-se no passado dia 26 de Junho, no Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Washington, o primeiro evento ligado ao Dia do Orgulho Gay. O dia foi marcado por um colóquio sobre a questão dos homossexuais nas forças armadas. Um dos convidados foi o capitão Matthew Phelps (US Marines), que em apenas um ano passou de gay "no armário", com medo de represálias na sua carreira, a convidado para a celebração do orgulho gay oferecida por Barack Obama, a meio de Junho, na Casa Branca.


7. Fim da discriminação nos hospitais

Em Abril de 2010 Obama assinou um memorando onde exigia que os hospitais permitissem que gays e lésbicas recebessem visitas dos seus parceiros, e não apenas de familiares, e que aqueles possam tomar decisões que envolvam as equipas médicas. Esta era uma reivindicação antiga da comunidade gay dos EUA já que nos hospitais daquele país apenas familiares com relações de parentesco comprovados e os cônjuges, legalmente casados, podiam fazer visitas


8. A primeira general lésbica fora do armário

Quase um ano após ter sido revogada a lei que proibia lésbicas e gays assumidos de servirem no exército norte-americano, Tammy Smith entrou para a história militar dos EUA e para a história LGBT por ter sido a primeira lésbica assumida com a patente de general naquele país.


9. A trans mais importante de Washington

Barack Obama escolheu em 2010 uma transexual para ocupar o cargo de conselheira técnica no Departamento de Comércio da administração federal. Amanda Simpson, 49 anos, que antes se chamava Mitchell Simpson, assumiu funções no início deste ano, ficando responsável pelas exportações de tecnologia e pelas relações com a imprensa. 


10. Direitos LGBT entram na agenda internacional

Barack Obama e Hillary Clinton, tal como David Cameron, Philippe Kridelka e Navi Pillay, entre outros, têm apelado ao respeito dos direitos das pessoas LGBT em todo o mundo. O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, também pediu aos líderes dos países africanos que se respeitem os direitos das pessoas homossexuais.