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Rudolf Brazda, a homenagem ao último triângulo rosa

Rudolf Brazda teria completado 100 anos no passado dia 26 de Junho. Falecido há dois anos, era o último sobrevivente de deportação de homossexuais durante a Segunda Guerra Mundial. A associação “Les Oublié-e-s de la Memoire” reacendeu a chama debaixo do Arco do Triunfo, em Paris, na data do seu aniversário.

Esta cerimónia contou com o Chant des Marais, dos Mélo’Men, homenageando Rudolf e todos os homossexuais deportados. Em vida Rudolf partilhou o seu testemunho sobre os tempos da deportação homossexual num livro escrito por Jean-Luc Schwab intitulado “Itinéraire d’un triangle rose”. A sua memória e de todos os deportados será para sempre o símbolo máximo dos maiores actos homofóbicos jamais cometidos na história da humanidade.

 

César Monteiro

 

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