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Afinal este beijo não tinha significado político

As atletas russas Kseniya Ryzhova e Yulia Gushchina desmentiram ontem que o famoso beijo no pódio tenha sido um protesto contra a lei anti-gay do seu país. Em entrevista ao The Guardian, Ryzhova considerou uma “ofensa” essa interpretação.

“Eu e a Yulia somos casadas e não temos qualquer tipo de relação. Aquele momento foi um turbilhão de emoções e podemos ter tocado os lábios... Mas não sei quem é que anda a pensar nestas fantasias... Isto insulta-nos a nós como atletas e aos nossos treinadores.”

Yulia Gushchina acrescentou: “Não posso compreender de onde vêem estas ideias. Quando a Kseniya me enviou o link da foto com os cabeçalhos nem queria acreditar. Estas vitórias não caem do céu e nós estávamos obviamente muito contentes. Não entendo como é que a nossa vitória possa ter sido manchada de tal forma.” A atleta também mostrou desconhecimento quanto à lei que está a ser criticada nos países ocidentais por limitar os direitos da população LGBT da Rússia: “Simplesmente não ouvi nem li nada acerca deste assunto porque eu estava totalmente concentrada nos meus treinos para o campeonato.”

Entretanto, a atleta sueca Emma Green-Tregaro que tinha pintado as unhas com as cores do arco-íris para demonstrar o seu apoio à comunidade LGBT Russa foi advertida pela Associação Internacional de Federações de Atletismo de que estava a violar o seu código de conduta. A atleta pintou as unhas de vermelho para simbolizar o amor.