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Padre madeirense diz que a homossexualidade é contra a Constituição, a ONU e a Bíblia

A legalização da homossexualidade é contra a Constituição portuguesa, defende o padre Orlando Freitas Morna, num artigo de opinião publicado na edição de hoje do Jornal da Madeira. O sacerdote explica no jornal, que é propriedade do Governo Regional da Madeira, a sua tese: “A Constituição portuguesa defende o bem comum de toda a Sociedade, de todos os portugueses, ou seja, um bem que sirva a Comunidade que todos formamos e não para ser inútil e egoísta. Uma vida que se fecha sobre si mesma não e vida é morte!”.

No mesmo artigo, o padre Freitas Morna, escreve, sem explicar, que “a homossexualidade é condenada na Declaração Universal dos Direitos Humanos, feita pela ONU”. A posição da Igreja Católica sobre o assunto, é, aos olhos do autor, extremada. Freitas Morna sustenta que na Bíblia “o pecado dos homossexuais é um pecado que 'brada aos Céus', e chama-se o pecado da sodomia, porque Sodoma, cidade da Palestina, onde se praticava a homossexualidade foi destruída pelo fogo , por castigo de Deus, como aviso também para o futuro”.

Mas como explicar a origem da homossexualidade? “O homossexualismo vem duma má educação e convivência doentia continuada das mesmas pessoas”. Outra explicação: “Se fosse o homossexualismo devido à constituição física biológica de cada um, então nas farmácias poderíamos encontrar medicamentos para fazer homossexuais e lésbicas, o que não é verdade.”

O Governo Regional da Madeira já referiu, por várias vezes, que mantém o Jornal da Madeira pela necessidade de assegurar a “liberdade de imprensa” no arquipélago. Apesar do título ser propriedade do governo, cabe à Diocese do Funchal nomear o director e um membro do conselho de administração.

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