Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Publicidade

Lo Que Surja chega ao fim (mas ainda vais a tempo de ver tudo)

Tudo começou no Verão de 2006, quando seis estudantes gays de Comunicação Audiovisual de Valência, Espanha, decidiram colocar no YouTube um trailer de uma suposta série que pretendia parodiar o Queer As Folk. As primeiras reacções foram bastante positivas e, pouco tempo depois, começava a gravação da primeira temporada, composta por cinco episódios de cinco minutos. A série aborda os dilemas de sempre: os engates através da internet, as saídas do armário e os problemas familiares, protagonizados por Edu, Alberto, Álex, Pablo, Borja e Hugo. Lo Que Surja sempre quis desmontar os preconceitos do mundo gay com humor. “Nas séries norte-americanas alimenta-se a ideia da promiscuidade e de que todos os gays são giros, mas nós saíamos à noite e a realidade não era essa”, referiu ao El Mundo Jordi González, guionista, actor (Álex), câmara e produtor do projecto.


Só a primeira série conseguiu mais de meio milhão de visualizações, um número ajudado pela cobertura mediática que Lo Que Surja conseguiu em jornais e televisões nacionais. A segunda temporada arrancou em Junho de 2007, em força, graças à presença, enquanto actrizes de Manuela Trasobares, a primeira vereadora transexual de Espanha, e da actriz profissional Carmen Machi. A terceira e última temporada começou a ficar online em Setembro do ano passado. O derradeiro episódio foi disponibilizado a 20 de Dezembro.”Fizemos tudo com as nossas poupanças, sem financiamento, gravado em casa dos nossos pais ou em bares de amigos. Toda a repercussão que conseguimos foi graças às redes sociais”, conta Jordi González. Então porquê porem termo ao projecto, após os episódios passarem um milhão de visualizações? “Estamos cansados das personagens porque nenhum de nós é actor, somos técnicos e é isso que queremos ser”, justifica Jordi González. Os episódios continuam online, vê o site oficial aqui.