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José António Saraiva atribui homossexualidade à “propaganda” e à “revolta”

A última crónica de José António Saraiva, director do Sol, está a levantar polémica. Com o título "Homossexuais contestatários" o responsável pelo semanário apresenta uma particular percepção sobre a homossexualidade em Portugal. O ponto de partida é um "um rapaz dos seus 16 ou 17 anos. Pelo modo como coloca os pés no chão, cruza as mãos uma sobre a outra e inclina ligeiramente a cabeça, percebo que é gay". Tudo se passa no "edifício da Fnac do Chiado".

 

Para director do Sol, em Portugal casamento “é entre um homem e uma mulher”

A mais recente crónica do director do semanário Sol está a levantar polémica nas redes sociais. No Facebook, o grupo de pessoas que apela ao boicote ao jornal na próxima sexta-feira já ultrapassou as 1.500 pessoas. Em causa está o texto Dois Maridos onde José António Saraiva analisa o alegado caso de agressão de Jorge Nuno de Sá (ex-deputado do PSD) a Carlos Yanez, avançado pelo Diário de Notícias no início deste mês. O casal, entretanto, separou-se. "Mas os gays, que travaram uma luta tão grande, tão longa e tão dura para poderem casar-se, separam-se afinal com a mesma facilidade dos outros casais? Não seria normal que, pelo menos nos primeiros tempos de vigência da nova lei, procurassem ser exemplares, até para provarem aos opositores que as suas convicções eram fortes e sua luta era justa?", questiona José António Saraiva.

"Por essas e por outras, numa recente entrevista a Manuel Luís Goucha reafirmei a minha oposição aos casamentos homossexuais. 'O casamento é entre um homem e uma mulher', respondi". No mesmo texto José António Saraiva acrescenta: "Claro que dois homens podem viver juntos – sejam irmãos, amigos, companheiros ou sócios em qualquer coisa. Como duas mulheres podem viver juntas, por variadíssimas razões. E é justo que as pessoas que vivem juntas tenham certos direitos em comum. Mas, para isso, não é necessário pôr em causa as nossas referências nem baralhar os nossos pobres espíritos".