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"Quando é dos casamentos homossexuais, não deixo"

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É sexta-feira. Não é um dia muito habitual para casamentos, mas por necessidade dos noivos tem que ser, até porque há que aproveitar o fim-de-semana prolongado para fazer uma mini lua-de-mel.

Ângelo Fernandes: Os gays como animais de exposição

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Na semana passada o jornalista Nico Hines escreveu um texto para o The Daily Beast onde afirmou ter conseguido, numa hora, três encontros gay para sexo na Aldeia Olímpica. O jornalista, assumidamente heterossexual, casado e com filhos, criou conta no Grindr para evidenciar como os atletas gays estão, naturalmente, disponíveis para sexo.

 

 

Ângelo Fernandes: "Até nem pareces nada gay"

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“Tu disfarças bem”; “Ninguém diria que eras”; “Nunca suspeitaria de ti”; “Se não me contasses não acreditava que és gay”. Estes são alguns dos comentários que é comum ouvir, seja de alguém heterossexual ou mesmo de alguém gay. Ainda recentemente disseram-me: “Até nem pareces nada gay”, e isso levou-me a reflectir: existirá um modelo gay? A resposta é: não. O que existem são preconceitos.

“Unides” como os dedos das mãos – Marchamos, cantando e rindo

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Qualquer sinal de confusão ideológica no título deste artigo não é pura coincidência. Afinal, quando a piada não é engraçada, há que saber rir para não chorar.

Percebo a subversão que é um evento LGBT utilizar uma frase do fascismo para anunciar a sua festa. Até consigo perceber que o orgulho de sermos nós, de podermos ser nós, tenha um certo vislumbre de empoderamento, de libertação.

António Fernando Cascais: "Um crime trágico sobre o qual não se pode fazer silêncio"

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Não é nada fácil escrever sobre o massacre de Orlando. E não por não ser evidente que se trata de um ataque homofóbico, já que o alvo e o propósito o provam sem qualquer margem para dúvida. O problema é que a verdadeira catadupa de explicações contraditórias dos factos e respectivas explorações políticas e ideológicas o complicam num emaranhado extremamente difícil de destrinçar. Pode-se mesmo dizer que cada simplificação só obscurece e piora a compreensão de um crime trágico sobre o qual, por outro lado, não se pode fazer silêncio.

Paulo Monteiro: “Enterramos as vítimas, mas não enterremos Orlando”

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Quando há uma semana nos deparámos com as primeiras e cruéis notícias de Orlando estávamos longe de imaginar a semana que se seguiria. Estivemos ao longo de dias agarrados às fontes de informação na esperança de saber algo mais. O que será que aprendemos? Que respostas vamos passar a dar?

Robert A. Sherman: As reflexões de um Embaixador sobre Orlando e o mês do Orgulho LGBT

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Estava na minha cidade natal de Boston quando ouvi as notícias do horrível ataque em Orlando que atingiu directamente 100 pessoas, entre feridos e mortos. Tinha aterrado horas antes no voo inaugural da TAP que liga Lisboa a Boston e estava à espera de ter dois dias bem passados entre amigos e família. Ao ver as imagens da CNN em Orlando, a minha alma estremeceu. Recordei imediatamente os eventos trágicos que ocorreram três anos antes, quando radicais incitados pelo ódio atacaram a Maratona de Boston em 2013, activando explosivos a poucos quarteirões da minha casa.

Ângelo Fernandes: Je suis Orlando? Nem por isso.

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Há ainda muito por comentar sobre o tiroteio em Orlando. Há temas que se misturam (crime de ódio vs crime à humanidade em geral) e outros que até se confundem (acesso e porte de armas nos EUA vs terrorismo). Mas há algo que me tem suscitado curiosidade: a ausência de iniciativas como a Je Suis Charlie.

Leonardo Rodrigues: Eu sou gay

opiniao_leonardo rodrigues.jpgEstamos em 2016, isto deveria significar que progressos civilizacionais aconteceram. Li e reli notícias, escrevi uma, vi vídeos, li crónicas e comentários, mas ainda não sei bem o que penso do que aconteceu em Orlando, do que está a acontecer no mundo, connosco. Desta coisa de matar porque alguém é, age, pensa e sente diferente de nós. Não sei porque não percebo. Já tentei fazer o exercício de me colocar nos pés de um agressor, não fez sentido.

Ana Cristina Santos: O ataque em Orlando diz-nos respeito a todos e a todas

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Não é fácil escrever sobre um evento tão devastador. Um acto isolado de violência configura uma impossibilidade. A homofobia, a transfobia e demais expressões de violência matam quotidianamente, de muitas formas e de modo transversal.

Luís Spencer Freitas: Foi um ataque a um porto de abrigo

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Notícias sobre um tiroteio nunca são fáceis de engolir. Infelizmente começam a surpreender cada vez menos, tendo em conta a quantidade que temos visto este tipo de notícias aqui nos EUA nos últimos anos. Por isso, ao acordar no Domingo com as notícias de Orlando, a minha primeira reacção não foi de choque, mas de desilusão com a repetição da fórmula: acesso a armas de fogo, uma alma fraca e desestabilizada e ódio. Muito ódio.

Rita Paulos: Orlando e Edward, Kimberly, Stanley, Amanda, Juan...

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Orlando. Honremos as pessoas mortas e feridas - se possível, nomeando-as, mostrando as suas fotos e um pouco da sua história de vida, como já se encontram a fazer alguns meios de comunicação social. Quem sobreviveu que veja tratadas com sucesso as suas feridas físicas e psicológicas de um evento absolutamente traumatizante.

Alice Cunha: "Opá, acho que fica mal..."

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Todos os anos a mesma coisa, no mesmo sítio, e um calor imenso ainda por cima! Refiro-me à concentração para a Marcha do OrgulhoLGBT de Lisboa, no Jardim do Príncipe Real. Se fosse um convívio no parque, com música baixinha para não incomodar ninguém, vá que não vá… Porque se queremos respeito, não podemos fazer muito barulho. Temos de estar de cabeça baixa, e caladinhas, para que não incomodemos. Às vezes nem é preciso pedir tanto, afinal de contas “respeito” é algo já forte… No mínimo, queremos ser toleradas, vá. Certo? Mesmo que não nos possamos expressar como somos, mesmo que só nos tolerem se nos reprimirmos e existirmos nos moldes deles, nunca nos nossos.