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Activistas bissexuais reclamam mais visibilidade (com vídeo)

Chamam-se Actibistas. E não, não trocam os “vês” pelos “bês”. O trocadilho da sílaba apenas reforça o objectivo que perseguem: activismo em prol da causa bissexual.

Em 2013, os e as Actibistas já tinham marcado presença na Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa. Em 2014 repetiram a dose. O propósito mantém-se: afastar os preconceitos e invisibilidade associados às pessoas bissexuais e exigir melhor informação sobre o que é ser bissexual.

Helena Lopes Braga foi uma das marchantes deste Sábado à tarde. De resto, o colectivo pela visibilidade bissexual é uma das 13 entidades que fizeram parte da organização da 15ª Marcha do Orgulho LGBT, exactamente para evitar o esquecimento do “B” que compõe a sigla LGBT.  Helena, exibia na roupa com orgulho as cores simbolicamente associadas à bissexualidade. Junto dela soubemos que os bissexuais portugueses podem contar com uma página no Facebook com cerca de 300 seguidores e um blog como fontes de informação. No discurso de encerramento da marcha Helena afirmou determinada que as pessoas bissexuais existem e que vieram reclamar o seu espaço. A jovem sublinhou o facto que a bifobia existe e que há quem queira acusar os bissexuais de serem egoístas ou de estarem confusos. Helena é clara: a identidade dos bissexuais não é sinónimo de confusão.

Assiste ao discurso completo do colectivo Actibistas aqui: