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Aderonke Apata luta por continuar a viver no Reino Unido (com vídeo)

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Aderonke Apata, que vive há 10 anos no Reino Unido, corre o risco de ser deportada, depois de um representante do Ministério do Interior daquele país afirmar, em tribunal, que mente sobre a sua orientação porque “já teve filhos” e “usou cabelo comprido”.

A activista dos direitos LGBT, de 47 anos, foi presa, torturada e sentenciada à morte por apedrejamento na Nigéria. No entanto, conseguiu fugir para o Reino Unido, pedindo asilo. Aderonke Apata defende que se casou com um homem para esconder um relacionamento de 20 anos com a namorada de então. A nigeriana foi julgada num tribunal de direito islâmico (sharia) que a condenou à morte por adultério. Durante o processo, morreram três familiares e a sua namorada foi assassinada por guardas. As autoridades da Nigéria estão contra o pedido de asilo. Em cidades como Glasgow, Plymouth, Brighton e Newcastle já decorreram manifestações de apoio a Aderonke Apata. Na plataforma All Out decorre também um abaixo-assinado para pressionar o Ministério do Interior do Reino Unido. 

 

Marta Santos