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Alegado amante de Omar Mateen diz que massacre de Orlando foi uma "vingança" devido à sua sexualidade (com vídeos)

miguel omar matten univision.jpg

Um homem latino-americano, que afirma ter sido amante do atirador de Orlando, disse que Omar Mateen tinha realizado o ataque como um acto de “vingança” depois de temer ter ter sido exposto ao VIH.

O massacre na discoteca Pulse de Orlando deixou, para além do próprio atirador que se terá suicidado, 49 pessoas mortas e feriu outras 50. Na altura houve surgiram uma série de especulações sobre se Mateen seria gay ou bissexual. Houve relatos de que ele teria visitado a discoteca várias vezes e usava aplicações para encontros entre homossexuais.

A revelação deste novo elemento é feita por um homem latino-americano que esta terça-feira apareceu disfarçado com uma máscara, numa entrevista concedida ao canal Univision, dedicado à comunidade hispano-americana dos Estados Unidos. Recorde-se que várias das vítimas eram de origem hispânica.  Na entrevista conduzida por Maria Elena Salinas, o alegado amante que se identifica apenas como Miguel diz que Mateen, de educação muçulmana, era um homem com várias dúvidas em relação à sua sexualidade.

Segundo o entrevistado, Mateen sentia-se atraído por homens latinos, mas era rejeitado por eles. Ao canal Univision, Miguel disse acreditar que Mateen se teria envolvido sexualmente com dois homens porto-riquenhos, um dos quais era VIH positivo.

Embora Mateen tivesse obtido negativo no teste de detecção ao VIH, temia que os resultados não fossem precisos e queria "fazê-los pagar". “Ele não fez isto por terrorismo", disse Miguel, com o rosto coberto por uma máscara. "Na minha opinião ele queria vingança" disse o mesmo homem.

Antes do massacre, Miguel revela que Mateen parecia um ser "adorável e doce" e que ele gostava de ser abraçado e acarinhado na cama. Miguel diz ainda que Mattten abusava do álcool , era viciado em sexo e tentou quis ter relações sexuais destrotegidas com ele. Sempre de máscara por receios em relação à sua integridades, Miguel diz que ambos se encontraram num quarto de hotel de Orlando entre 15 e 20 vezes.

Na entrevista, é dito que a única situação em que Mateen foi agressivo aconteceu quando Miguel tentou tirar uma foto de ambos na cama. Então Mateen terá evitado a fotografia e ter-lhe-á dito que era casado com uma mulher e tinha um filho; e que a sua mulher sabia que ele era gay, mas  não sabia dos  seus encontros homossexuais. Por causa da sua sexualidade, Matteen vivia com uma grande pressão por parte do pai, pois receava ser morto ou que o pai matasse alguém se descobrisse que o filho era gay.

"Mateen odiava os gays de Porto Rico pelas coisas más [rejeitação] que o fizeram passar” na discoteca Pulse, disse Miguel.

Desde o dia do massacre não param de surgir informações sobre o atirador de 29 anos: Mateen terá visitado a discoteca umas horas antes, regressando depois com uma arma semi-automática e um revólver.

As autoridades policiais também revelaram mais detalhes sobre o ataque e algumas das transcrições das conversas que Mateen manteve com a polícia. Durante uma das conversas, Mateen disse à polícia que estava a fazer este ataque em nome de Abu Bakr al-Baghdadi, líder do DAESH (ISIS). "Irei fazer explodir tudo, se tentarem fazer alguma coisa estúpida", disse.

Depois do ataque uma fonte informou que o ISIS reivindicou o ataque de Orlando e que Mateen era um "soldado do califado". No entanto, os investigadores disseram que não há nenhuma prova que o atirador fizesse parte desta organização e que mais provável era ser um auto-radicalizado.

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