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Como é que os portugueses encaram o uso de produtos eróticos

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A que recorrem os portugueses para estimular a sua vida sexual? Um quarto opta pela literatura erótica, 27 por cento prefere roupas diferentes, óleos e lubrificantes, 36 por cento admite masturbar-se e 15 por cento utiliza produtos eróticos (como dildos e estimulantes) para ter mais prazer.

Estas são algumas das conclusões do inquérito promovido pela More by Pentaudis, junto de 333 pessoas, para a empresa Oh La La. A relação conjugal dos portugueses está muito bem para 62 por cento dos inquiridos, mas a avaliação da sua vida sexual actual cai para os 57 por cento.  Além disso, 38 por cento garante que nunca teve uma relação casual.
As mulheres destacam-se por nunca terem tido uma relação casual, indicam ter traído menos e concordam mais com a ideia de que sexo só com amor. Já os homens dizem que sexo é essencial para uma vida feliz, admitem mais masturbarem-se, gostam mais de ver filmes eróticos a dois e utilizam mais produtos eróticos. “Na orientação sexual, são os homossexuais/bissexuais que mais valorizam o sexo para uma vida feliz e fazem mais uso, de uma forma geral, dos produtos eróticos”, referem as conclusões.
Quando se avalia a importância dos produtos eróticos para o aumento do prazer, 37 por cento dos inquiridos consideram que são importantes/muito importantes, e apenas (23 por cento) não os considera relevantes. A compra deste tipo de produtos acontece maioritariamente online (39 por cento), em farmácias (33 por cento), em sexshops (27 por cento) e canais de venda directa (20 por cento).

 

 

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