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Director do Museu da Presidência suspeito de favorecer empresa do namorado

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O director do Museu da Presidência da República, Diogo Gaspar, foi detido esta quinta-feira pela Polícia Judiciária. O historiador é suspeito dos crimes de tráfico de influências, falsificação de documentos, peculato, peculato de uso, participação económica em negócio e abuso de poder. A investigação chega à empresa gerida pelo namorado.

 

Segundo relata o Público, Diogo Gaspar terá usurpado móveis antigos, tapeçarias e quadros que faziam parte do espólio do Museu da Presidência da República e que foram encontrados pela Polícia Judiciária na sua própria casa e na de amigos. Os objectos apreendidos terão pertencido a antigos Presidentes da República ou terão sido oferecidos aos chefes de Estado nas visitas oficiais ao estrangeiro.

Estão também a ser investigadas empresas que prestariam serviços à Presidência de República e ao respectivo museu, uma é da área da museologia e outra de catering, a quem o director do Museu da Presidência adjudicaria trabalhos por valores acima do valor de mercado. Uma dessas empresas, acrescenta o Correio da Manhã, é gerida pelo namorado de Diogo Gaspar. “Suspeita-se que o namorado seja apenas um testa de ferro e que Diogo Gaspar seja o verdadeiro gestor da sociedade. O mesmo terá sucedido com empresas de amigos, em troca de vantagens económicas”, refere o mesmo jornal. Diogo Gaspar é director do Museu da Presidência da República desde 2001.