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João Décio Ferreira acusado de pressionar utentes a recorrerem ao privado

 

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Uma reportagem exibida pela TVI este Domingo descreve várias situações em que João Décio Ferreira, o único médico que durante 16 anos operou quem queria mudar de sexo no Serviço Nacional de Saúde, pressionou os utentes a recorrerem ao hospital privado onde agora opera, ao mesmo tempo que punha em causa a oferta de serviço público, situada em Coimbra.

 

Nesta reportagem conduzida por Ana Leal são apresentadas mensagens onde Décio Ferreira sugere que os utentes pressionem o Ministério da Saúde, deputados e a Ordem dos Médicos. “Temos de os apanhar pelos tomates”, terá referido o cirurgião quando pedia aos utentes para questionarem a qualidade da Unidade de Reconstrução Génito-Urinária (URGUS) do Centro Hospitalar da Universidade de Coimbra.

Desta forma, instalando a dúvida nas pessoas que pretendiam submeter-se a cirurgias de reatribuição de sexo, os utentes optavam pelo Hospital de Jesus (privado) onde um processo de mudança de sexo completo poderá custar entre 25 a 30 mil euros. Também é referido na reportagem situações de pessoas que, para serem operadas no privado, tiveram de pedir empréstimos bancários.

Recorde-se que, por várias vezes, associações LGBT puseram em causa o funcionamento da URGUS, nomeadamente a existência de listas de espera. Foi o caso da API em 2015 ou da JANO já este ano.

Encontras a reportagem completa aqui.

 

 

 

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