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O que significa a estratégia “Lisboa, cidade sem sida”? (com vídeo)

 

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A Câmara Municipal de Lisboa e a Secretaria de Estado da Saúde assinaram esta quinta-feira, em plena Praça de São Paulo, o protocolo "Lisbon, Fast Track City/Lisboa, cidade sem sida".

 

O protocolo tem como objectivo atingir as metas 90-90-90 até 2020 na capital portuguesa, ou seja, fazer com que 90% das pessoas infectadas com o VIH saibam que são portadoras, que 90% da população que vive com o vírus tenha acesso a tratamento e também que 90% das pessoas em tratamento tenham carga viral indetectável.

Em declarações à agência Lusa, o vereador dos Direitos Sociais, Ricardo Robles relembrou que "Lisboa ainda é a cidade do país com mais incidência", havendo "250 a 300 novas infecções todos os anos". O projecto "Lisbon, Fast Track City/Lisboa, cidade sem Sida" implica a distribuição de informação com vista a capacitar os cidadãos para evitarem comportamentos de risco, a colaboração na introdução da profilaxia pré-exposição (PrEP) na comunidade, a distribuição de material de prevenção e a implementação de um plano de acção para aumentar o diagnóstico precoce de VIH. A apresentação do protocolo contou com uma performance de Paolo Gorgoni.

Em Junho de 2017, Lisboa assinou, juntamente com as autarquia de Porto e Cascais, a Declaração de Paris, comprometendo-se a implementar um conjunto de medidas com vista a acabar com esta epidemia da sida. Um ano depois, e concluído o relatório do grupo de trabalho criado para definir linhas orientadoras para as três autarquias, Lisboa é a primeira cidade a apresentar uma estratégia específica.