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Porto marcha este Sábado contra a violência de género

LGBT Pride dezanove Marcha Porto gay.jpg

A primeira marcha do Orgulho LGBT realizada fora da capital assinala este ano o seu 10º aniversário. Com a efeméride muda também de nome e passa a designar-se Marcha do Orgulho LGBTI do Porto. O I que agora surge junto da mais conhecida e usada sigla LGBT é o I de Intersexo, que assim se soma para dar visibilidade e premência na resolução das situações que afectam as vidas destas pessoas. 

 

Organizada por 10 entidades: actiBIstas, Bloco de Esquerda, GIS, Juventude Socialista, Panteras Rosa, PolyPortugal, PortugalGay.pt, rede ex aequo, SexLab e SOS Racismo o tema da décima edição da marcha portuense é a violência de género.

Com partida às 16 horas da Praça da República os activistas que defendem os direitos das pessoas LGBTI irão atravessar  este Sábado, dia 4 de Julho, várias artérias da cidade, exigindo direitos ainda não reconhecidos e exibindo orgulho. 

 

Que reividicações estão em causa?

O manifesto subscrito pela comissão organizadora recorda a razão principal que desencadeou a primeira marcha da cidade (a morte de Gisberta Salce Júnior em 2006) e o episódio de violência que afectou uma jovem lésbica no Porto no final do ano passado. A organização considera que "este não é um caso único, é apenas mais um dentre tantos outros que acontecem diariamente em Portugal. Pessoas LGBTI são vítimas de violência física, emocional, psicológica, financeira. São vítimas de ameaças, de insultos, de agressões físicas. São vítimas por não corresponderem ao que as pessoas consideram normal. Não podemos ficar em silêncio perante tal realidade, não vamos ficar em silêncio."

Os colectivos que organizam a marcha subscrevem que "a não correspondência aos papéis de género socialmente impostos não pode ser pretexto para discriminação" e alertam para a ameaça de quem queira retirar "direitos conquistados após anos de luta".

O chumbo de projectos de lei como a adopção e a co-adopção por pessoas do mesmo sexo e a procriação medicamente assistida por mulheres são também enunciadas como uma forma de violência exercida sobre as pessoas LGBTI por parte do poder político.

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