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Presidente do Quénia permite poligamia, mas compara sexo entre homossexuais ao terrorismo

O presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, promulgou uma lei que legaliza a poligamia heterossexual. Desta forma, os homens quenianos poderão casar com tantas mulheres quanto desejarem.

Uhuru Kenyatta recusa pôr fim à responsabilidade criminal por prática de sexo entre pessoas do mesmo género. No passado mês declarou que “isto [sexo homossexual] também é grave, como o terrorismo, como qualquer outro mal social”. Os suspeitos deste “crime contra Deus, a natureza e a moralidade” e os seus cúmplices, por ocultação ou pela criação de condições para ocultar, poderão ser condenado até 14 anos de prisão efectiva.
A lei sobre a poligamia foi sujeita à crítica por parte da Federação das Mulheres Juristas, já que os homens não precisam de obter autorização, por parte da primeira esposa, para um novo casamento. Todavia, a mulher só poderá ter um único marido.
Os relatos chegados do Quénia são de um ambiente aterrorizador, que tem vindo a piorar desde meados dos anos 2000. O Quénia é ainda apontado como fornecedor de escravos sexuais para países do golfo Pérsico. Os jovens são escolhidos nos campos universitários, sendo-lhes prometido trabalho bem remunerado. São transportados para os Emirados Árabes, Qatar e Arábia Saudita, onde acabam por cair em redes mafiosas de prostituição.

A poligamia é permitida em vários países e tribos em África. Na África do Sul, por exemplo, a poligamia é legalmente permitida. O Presidente Jacob Zuma já casou seis vezes e tem 21 filhos. Das seis esposas, uma morreu e outra divorciou-se de Zuma. Na imagem infra vemos o Presidente da África do Sul a celebrar o seu 70º aniversário com as suas quatro mulheres:

 

Alexandre Iourtchenko

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