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São Paulo: Na maior Marcha LGBTI do mundo em português

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A organização da 22ª Parada LGBT de São Paulo garante que passaram pela Avenida Paulista, este Domingo, três milhões de pessoas. Esta é a maior manifestação a favor dos direitos LGBTI de um país de língua portuguesa.

Este ano, o tema da marcha destacou a importância das eleições presidenciais marcadas para Outubro. O tema era "Poder para os LGBTI+. O nosso voto, a nossa voz", de forma a alertar para a necessidade de escolher bem os candidatos em quem se vai votar.

A marcha iniciou-se com um discurso de Mônica Benício, viúva da vereadora Marielle Franco. "Nossas vidas importam, nossas famílias existem. A gente tem que vir aqui para fazer festa, mas também para fazer revolução. Não podemos admitir que mais nenhuma Marielle seja assassinada. Vamos seguir na luta. Marielle, presente”, declarou Mônica Benício, “A gente não pode mais admitir que as nossas vidas sejam ceifadas da maneira que são. Marielle era uma mulher negra, favelada, lésbica, que foi assassinada, sobretudo, porque carregava no corpo todas as pautas que defendia, todas as bandeiras dos direitos humanos”, relembrou.

Vários políticos intervieram. Foi o caso da deputada estadual Leci Brandão, negra e lésbica, que relatou a situação de violência contra a população LGBTI no Brasil. “Essa é a maior parada do mundo. Entretanto, o Brasil é o país que mais mata o segmento LGBT, que mais assassina travestis e transexuais. A gente tem que ter política pública para que a segurança proteja esse evento, as pessoas. Não tenham vergonha de nada. Vocês são maravilhosos, poderosos e acima de tudo, cidadãos brasileiros”, disse.

Organizada pela Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo (APOGLBT), o evento contou ainda com a participação de Pabllo Vittar, Preta Gil, Anitta, Lia Clark, entre outros.