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Colectivos LGBTI juntam-se para apoiar as vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande

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Actibistas, GIS - Grupo Intervenção Solidário, não te prives – Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais, Panteras Rosa, PortugalGay.pt e PolyPortugal são as primeiras subscritoras de uma iniciativa que pretende mobilização da população LGBT e de organizações sociais no apoio às vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande.

Para tal, foi criada uma conta bancária para juntar verbas que serão entregues a ONG e IPSS locais que intervenham juntos destas populações. O NIB/IBAN é PT50 0010 0000 5512 0130 0013 9.

Porto marcha este Sábado contra a violência de género

LGBT Pride dezanove Marcha Porto gay.jpg

A primeira marcha do Orgulho LGBT realizada fora da capital assinala este ano o seu 10º aniversário. Com a efeméride muda também de nome e passa a designar-se Marcha do Orgulho LGBTI do Porto. O I que agora surge junto da mais conhecida e usada sigla LGBT é o I de Intersexo, que assim se soma para dar visibilidade e premência na resolução das situações que afectam as vidas destas pessoas. 

 

O que reivindicam os activistas que foram à Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa? (com vídeos)

reivindicações Marcha Orgulho LGBT Lisboa 2015.j

Este Sábado à tarde, depois de percorrerem Lisboa entre o Príncipe Real e o Terreiro do Paço, os grupos e associações de defesa dos direitos das pessoas LGBT explicaram o que defendem na principal praça da capital. A Marcha do Orgulho LGBT saiu pela 16ª vez à rua e foi na rua que as palavras de ordem se fizeram ouvir e os discursos foram aplaudidos.

Movimento LGBT começa a posicionar-se em alegados casos de violência doméstica que envolvem activistas

Marcha LGBT do Porto em 2011 - foto de Horta do Rosário

Um caso bicudo, este, para os movimentos LGBT portugueses e para o micro-universo activista do País: uma activista com prominência no meio acusada por duas ex-namoradas de violência física e psicológica está a obrigar as organizações a tomar decisões: remover a pessoa em questão do meio activista sem apelo nem agravo ou guardar o silêncio até que a justiça se pronuncie, mantendo-a “em funções” apesar das acusações que lhe são imputadas?