Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Entre trocas e baldrocas - sou intersexo

santiago d almeida ferreira intersexo api portugal

Nasci a 18 de Maio de 1989 em Viseu. Entre trocas e baldrocas vim parar a Lisboa, onde estou, depois de ter corrido algumas cidades do país a fazer arte e activismo de forma voluntária (enquanto servia às mesas ou cozinhava para centenas de pessoas), ter morado em Hamburgo, Alemanha e durante os últimos dois anos ter passado por quase uma dezena de países europeus.

 

API promove encontro no Dia Internacional da Visibilidade Trans

API.jpg

Esta quinta-feira, 31 de Março, comemora-se o Dia Internacional da Visibilidade Trans e a API (Ação Pela Identidade) decidiu-o celebrar com uma sessão pública designada “Este É O Meu Género” no auditório do Conselho Nacional de Juventude (CNJ), na rua dos Douradores, 116, em Lisboa.

Associações trans acusam ILGA e Governo de discriminação

12442766_10153824646572819_141106480_n.jpg

"ILGA Portugal não tem presentemente qualquer espécie de legitimidade para falar em nome da comunidade trans". Esta é uma das várias acusações expressas num comunicado conjunto emitido pela ONG Acção Pela Identidade – API e pelo Grupo Transexual Portugal (GTP), que defendem os direitos das pessoas trans e intersexo.

Homenagens a Gisberta em Coimbra, no Porto, em Braga e online

Ano Gisberta.jpg

Activistas, associações e colectivos organizam uma série de eventos físicos e online para prestar homenagem por ocasião do décimo aniversário da morte de Gisberta Salce Júnior. 

"A Gisberta podia ser eu"

Júlia Mendes Pereira.jpg

Eu tinha apenas 15 anos quando a Gisberta foi assassinada. Ligava pouco a jornais e noticiários, mas a cobertura deste caso foi tão grande, que era impossível ignorá-lo. Demorei tempo a digeri-lo (alguma vez o fiz?) mas o que senti foi, sobretudo, medo.

 

Júlia Pereira: "As pessoas trans não estão a ser respeitadas nos serviços de saúde e continuam a ser indevidamente tuteladas pelos profissionais da área"

diario-noticias-20150730-júliacapa (1).jpg

Júlia Pereira, actual dirigente da API – Acção Pela Identidade – ONG de defesa e o estudo da diversidade de género e características sexuais em Portugal e membro da  membro da TGEU – Transgender Europe, organização europeia de defesa dos direitos das pessoas trans, é a primeira mulher transexual a concorrer como deputada a um assento parlamentar no nosso país. Júlia Pereira, de 25 anos, integra as listas do Bloco de Esquerda pelo círculo de Setúbal.

Júlia Pereira tem, nos últimos anos, mostrado o seu trabalho entre a política e o activismo. Na política é militante do Bloco de Esquerda há vários anos e pertence, desde finais de 2014, à Mesa Nacional do partido. No passado mês de Maio a dirigente bloquista interveio numa audição inédita realizada na Assembleia da República sobre a necessidade de alterar as leis que regulamentam os direitos trans. Já no activismo coordenou o GRIT - Grupo de Reflexão e Intervenção sobre Transexualidade e foi a primeira mulher trans na direcção da ILGA Portugal.

Depois de que foi conhecida a sua candidatura às eleições legislativas de 4 de Outubro, Júlia tem-se desdobrado em entrevistas a vários órgãos de comunicação social em Portugal. Fica agora a saber ainda mais nesta entrevista:

 

Júlia Mendes Pereira esteve na "Tarde é Sua" (com vídeo)

Júlia Pereira A Tarde é Sua Fátima Lopes.jpg

A candidata a deputada pelo o Bloco de Esquerda, pelo círculo eleitoral de Setúbal, e dirigente da associação API - Ação Pela Identidade, Júlia Mendes Pereira foi umas das convidadas de Fátima Lopes esta segunda-feira.

“Nunca é tarde para mudar. Tenham força e coragem”

kiki 1.jpg

Kiki Pais de Sousa, que é responsável pela SaunApolo 56, a sauna de Lisboa aberta a todas as orientações sexuais e identidades de género, terminou o processo de mudança de sexo. Em entrevista ao dezanove explica porque optou por recorrer a um hospital privado, apesar de Portugal costumar ser apresentado como um dos países mais avançados do mundo nesta matéria, em termos de legislação.

 

 

Pessoas trans e intersexo foram ao Parlamento explicar por que é preciso mudar a lei portuguesa

AR.jpg

O Bloco de Esquerda vai propor várias alterações legislativas de forma a incluir as reivindicações da comunidade transexual e intersexual. A promessa foi deixada pelo deputado José Soeiro no final da audição promovida pelo partido, que reuniu, para além de investigadores e activistas, cerca de duas dezenas de pessoas transgénero e intersexo no Parlamento – um número considerado “histórico” por várias dos intervenientes.

Movimento LGBT começa a posicionar-se em alegados casos de violência doméstica que envolvem activistas

Marcha LGBT do Porto em 2011 - foto de Horta do Rosário

Um caso bicudo, este, para os movimentos LGBT portugueses e para o micro-universo activista do País: uma activista com prominência no meio acusada por duas ex-namoradas de violência física e psicológica está a obrigar as organizações a tomar decisões: remover a pessoa em questão do meio activista sem apelo nem agravo ou guardar o silêncio até que a justiça se pronuncie, mantendo-a “em funções” apesar das acusações que lhe são imputadas?

Ministro da Saúde questionado sobre a falta das cirurgias de reatribuição de sexo

Paulo Macedo transexuais Coimbra URGUS API.jpg

A API (Ação pela Identidade), organização não-governamental que promove a defesa e o estudo da diversidade de género, escreveu ao Ministro da Saúde saber o ponto de situação das cirurgias de reatribuição de sexo (CRS) no Serviço Nacional de Saúde, dado que nos últimos quatro anos várias pessoas trans se queixam da falta de cirurgias.

Activistas insurgem-se pela desconsideração a Gisberta Salce Júnior

Crédito foto: Panteras Rosa

Cinco anos e dois dias depois a imprensa generalista continua a tratar Gisberta Salce Júnior, a mulher transexual brutalmente assassinada no Porto, pelo género masculino. É a denúncia feita por um conjunto de activistas e colectivos LGBT, nas que se inclui a recentemente criada Associação Pela Identidade, no seguimento de uma notícia sobre os cinco anos da morte de Gisberta publicada pela Agência Lusa e replicada por alguns órgãos de comunicação social, como o Público ou Porto24.