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O que reivindicam os activistas que foram à Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa? (com vídeos)

reivindicações Marcha Orgulho LGBT Lisboa 2015.j

Este Sábado à tarde, depois de percorrerem Lisboa entre o Príncipe Real e o Terreiro do Paço, os grupos e associações de defesa dos direitos das pessoas LGBT explicaram o que defendem na principal praça da capital. A Marcha do Orgulho LGBT saiu pela 16ª vez à rua e foi na rua que as palavras de ordem se fizeram ouvir e os discursos foram aplaudidos.

Movimento LGBT começa a posicionar-se em alegados casos de violência doméstica que envolvem activistas

Marcha LGBT do Porto em 2011 - foto de Horta do Rosário

Um caso bicudo, este, para os movimentos LGBT portugueses e para o micro-universo activista do País: uma activista com prominência no meio acusada por duas ex-namoradas de violência física e psicológica está a obrigar as organizações a tomar decisões: remover a pessoa em questão do meio activista sem apelo nem agravo ou guardar o silêncio até que a justiça se pronuncie, mantendo-a “em funções” apesar das acusações que lhe são imputadas?

Os melhores de 2014 (e algumas desilusões)

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Pelo quinto ano consecutivo o dezanove escolhe as personalidades, projectos, entidades e factos que mais se destacaram ao longo dos últimos meses. São estes os vencedores dos Prémios dezanove.

Porque foram as Bichas Cobardes as mais aplaudidas da Marcha do Orgulho LGBT?

 

Quando apareceram na marcha de 2012 questionávamos se seriam cobardes ou corajosas. Depois da tarde de Sábado não restam dúvidas aos participantes da Marcha do Orgulho: o colectivo Bichas Cobardes (BC) não tem papas na língua. As BC aliam ao activismo tradicional um podcast, um marketing muito próprio e incisivo no preconceito, na ignorância e na desinformação. 

A noite em que os defensores da co-adopção sairam à rua

Os responsáveis por uma das convocatórias para a contra-vigília do 23 de Julho não deixavam de mostrar a sua satisfação pelos resultados. Terão estado do lado LGBT cerca de 150 pessoas, um número semelhante ao dos participantes da vigília promovida pela Comissão Nacional Pró Referendo Vida contra a lei da co-adopção, esta terça-feira à noite, em frente ao Parlamento.

 

O que está em causa no dia 24 de Julho

A 24 de Julho deverá decorrer no Parlamento a votação final do diploma do PS sobre co-adopção por casais do mesmo sexo. O projecto da co-adopção, aprovado na generalidade com 99 votos a favor e 93 contra, seguiu depois para discussão na especialidade na Comissão de Assuntos Constitucionais. Houve ainda nove abstenções. "Aquando da votação na generalidade, tivemos a sensação que ia ser muito renhido, mas felizmente tivemos a primeira vitória", comentou ao dezanove Pedro Delgado Alves, um dos deputados subscritores da proposta de lei de co-adopção.

Por que querem os grupos LGBT mandar lixar a Troika?

No próximo Sábado, 2 de Março, sai à rua mais uma manifestação de protesto contra as medidas de austeridade originadas pelo memorando de entendimento com a Troika. Em várias cidades do país os manifestantes responderão com a sua presença nesta acção de protesto.

Sangue: Acção de protesto confirma impedimento a dadores homossexuais

A acção de protesto levada a cabo este Sábado junto do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, em Lisboa, confirmou pelo menos mais um caso de negação de doação de sangue a um homossexual.

 

 

“Sangue a ferver”: Activistas marcam protesto pelo direito a doar sangue

Na passada terça-feira a associação CASA deu a conhecer um novo caso de discriminação de homossexuais aquando de uma doação de sangue promovida pelo Instituto Português de Sangue e da Transplantação e realizada no Instituto Superior Técnico em Lisboa. Em causa estão pelo menos três estudantes universitários, do sexo masculino, que viram ser recusadas a sua doação de sangue por terem mantido relações homossexuais.

 

 

Afinal em que ficamos: bichas cobardes ou corajosas?

Nasceu há cerca de ano e meio e os textos são escritos de uma forma muito peculiar. Sarcástico na abordagem, as questões (às vezes farpas) são colocadas em forma de interrogação para que os leitores, mais do que respondam, se interroguem sobre o que os rodeia.