Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Cyberbullying, homofobia e serofobia: “Tive a sensação que ir à polícia foi completamente inútil”

Serofobia.jpg

Recebemos uma denúncia de um caso de serofobia ocorrido o mês passado (Junho de 2016) em Portugal. Respeitando o direito ao anonimato, falamos com esta pessoa que é homossexual e seropositiva - que denominaremos simplesmente de A. - para perceber o que se passou; se a situação de que foi vítima ainda se mantém e, afinal, o que acontece quando se formaliza uma queixa deste tipo.

A. foi vítima de discriminação e insultos na Internet: Um "ódio totalmente injustificável" a que se somaram montagens fotográficas e ameaças. Desalentado A. teve a sensação que ir à polícia foi “completamente inútil”.

 

Alegado amante de Omar Mateen diz que massacre de Orlando foi uma "vingança" devido à sua sexualidade (com vídeos)

miguel omar matten univision.jpg

Um homem latino-americano, que afirma ter sido amante do atirador de Orlando, disse que Omar Mateen tinha realizado o ataque como um acto de “vingança” depois de temer ter ter sido exposto ao VIH.

À 17ª edição, foram estas as reivindicações no Orgulho LGBTI de Lisboa (com vídeo)

Marcha_LGBT2016_Panorama Palco.jpg

É uma das marchas reivindicativas portuguesas com mais organizações presentes. Nem todas estas associações e colectivos dirigem o seu trabalho primordial junto de pessoas LGBTI, mas são unânimes na luta contra a discriminação e na defesa da igualdade. A marcha mais colorida da capital do país contou este ano com 21 organizações e ainda um colectivo recente que levou uma das maiores ovações da tarde: Colectivo de Mulheres Negras Lésbicas de Lisboa - Zanele Muholi (artigo em construção).

 

Paulo Monteiro: “Enterramos as vítimas, mas não enterremos Orlando”

 Editorial dezanove Paulo Monteiro.png

Quando há uma semana nos deparámos com as primeiras e cruéis notícias de Orlando estávamos longe de imaginar a semana que se seguiria. Estivemos ao longo de dias agarrados às fontes de informação na esperança de saber algo mais. O que será que aprendemos? Que respostas vamos passar a dar?

Ana Cristina Santos: O ataque em Orlando diz-nos respeito a todos e a todas

opiniao_ana cristina santos.png

Não é fácil escrever sobre um evento tão devastador. Um acto isolado de violência configura uma impossibilidade. A homofobia, a transfobia e demais expressões de violência matam quotidianamente, de muitas formas e de modo transversal.

Uma em cada cinco pessoas admite viajar para países onde ser LGBTI é ilegal

boarding pass_final.jpg

Existe desde sempre, mas, no entanto, continua a ser ilegal em 75 países. Nestes países é razão para ser agredido sem possibilidade de defesa legal, detido, ser obrigado a executar trabalhos forçados, ser sujeito a terapias de conversão ou até mesmo alvo de sanção com pena de morte. Falamos de ser homossexual, lésbica, bissexual, transgénero ou intersexo.

"A primeira Marcha do Orgulho no Porto só se fez por causa da Gisberta"

Bruno Maia.jpg

O telefone tocou a meio da tarde. Era o Sérgio [Vitorino]. Estava muito frio, não queríamos sair da cama. A única coisa que entendi foi que teriam encontrado um “travesti” morto, com sinais de tortura no corpo, numa construção abandonada no centro do Porto.

"A morte de Gisberta representa o nosso fracasso político, individual e colectivo"

Ana Cristina Santos.jpg

A morte de Gisberta chegou como um murro no estômago – sem aviso, sem forma de nos protegermos da dor, sem recursos para interpretar aquilo que não podia se não causar-nos a maior perplexidade.

 

Quantas vezes matarão Gisberta?

Sérgio Vitorino.jpg

Definitivamente, o ano de 2006 foi, para mim, um ano terrível. O ano em que perdi dez quilos em poucos meses, como denuncia, para quem me conhece, a foto que acompanha este texto, tirada na Marcha de Lisboa desse ano. Um ano de morte. A morte simbólica da minha vivência – até então sem “contraditório” – de uma cidade do Porto feita apenas de afectos e generosidade; o desaparecimento da minha mãe após demasiado tempo de sofrimento, falecida poucos meses depois dos factos que motivam este artigo e de quem me encontrava a cuidar praticamente a tempo inteiro quando soou o primeiro alarme de que algo pavoroso tinha acontecido num prédio inacabado da Invicta, às mãos de um grupo de catorze rapazes com idades entre os 12 e os 16 anos. Cada um deles, diga-se, simultaneamente algoz e vítima de maus-tratos na infância, a confirmar que a linguagem de violência é muitas vezes de novo reproduzida porque a conheceu na pele e nunca conheceu outra.

 

Ellen Page entrevista polícia assassino de gays. Mesmo assim diz-lhe que é lésbica

ellen-page-viceland-gaycation.jpg

O programa ”Gaycation”, traz Ellen Page e Ian Daniel como dois dos protagonistas de um conjunto de documentários que vão abordar diversos temas. A orientação sexual, imigração, violência religiosa contra as mulheres e combate à pobreza são algumas das questões abordadas.