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Ser gay continua a ser perigoso na Grécia: Espancados por estarem apaixonados

Homofobia Grécia Costas Amnistia Internacional.jp

Boas notícias para a comunidade LGBTI da Grécia fecharam o ano de 2015: o país reconheceu as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo. A luta pela igualdade, porém, continua longe de estar concluída no país, por isso, mostrar sinais de afecto ainda é muito perigoso. Que o diga Costas, um jovem que vive em Atenas e foi espancado só porque ama alguém do mesmo sexo.

EUA: Vizinhos homófobos passam a ter vista para casa arco-íris

Mary Pham, uma médica residente na localidade de Irvine (Califórnia), decidiu mostrar o seu apoio à comunidade LGBT hasteando uma bandeira do arco-íris em casa. Hastear bandeiras, por exemplo de equipas desportivas, é um hábito na localidade tido como sinal de apoio às mesmas. O episódio remonta a Abril contam os sites Shewired e Pleasure Chest. Desde então Mary tem sido alvo de comentários homofóbicos e até mensagens de ódio por parte dos vizinhos.

Aprender a lidar com o discurso de ódio online e offline

Estas segunda e terça-feira decorre em Lisboa, na Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo do Instituto Português do Desporto e Juventude, no Parque das Nações, um seminário europeu subordinado ao tema do ódio online e offline. Integrado na campanha “Movimento Contra o Discurso de Ódio”, o seminário propõe alargar a discussão e a consciencialização em torno do discurso do ódio e das suas disseminações na internet, em particular nas redes sociais.

Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considera que “discurso de ódio não é liberdade de expressão”

Em Dezembro de 2004, um grupo de quatro jovens distribuíram aproximadamente cem panfletos, de cariz homofóbico, pelos cacifos de uma escola secundária sueca. A atitude destes jovens surgiu no âmbito de uma organização designada de National Youth (em tradução livre Juventude Nacional), um movimento neofacista.

EUA: ódio atinge primeiro casal de lésbicas coroado como rei e rainha do “Homecoming”

O liceu Patrick Henry, na cidade de San Diego, Califórnia, fez história na semana passada ao nomear o primeiro casal de lésbicas como rei e rainha do “Homecoming”, uma tradição anual norte-americana nas escolas secundárias e universidades que ocorre no início do ano lectivo com o objectivo de dar as boas-vindas aos alunos, e que costuma incluir actividades desportivas e culturais.