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Estudo: Profissionais de saúde concordam com a PrEP em Portugal

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Um estudo académico levado a cabo por Rui Baptista Gonçalves, estudante do Mestrado Integrado em Medicina da Universidade do Algarve demonstra que três em cada quatro profissionais de saúde que trabalham na área do VIH em Portugal concordam com a implementação da PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) no nosso país.

 

 

Projecto "INTIMATE – Cidadania, Cuidado e Escolha", um estudo sobre PMA e Gestação de Substituição

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O projecto "INTIMATE – Cidadania, Cuidado e Escolha: A Micropolítica da Intimidade na Europa do Sul", é um projecto de investigação que estuda a intimidade a partir da perspectiva de pessoas historicamente nas margens das prioridades políticas, jurídicas e sociais na Europa do Sul (Espanha, Itália e Portugal): pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgénero e queer (LGBTQ).

Moralismos disfarçados de factos

Na última semana chegou-nos a notícia de um estudo afirmando o seguinte: “Sexo casual pode causar depressão e suicídio”. No estudo, divulgado em várias publicações, foram inquiridos 10 mil adolescentes em duas fases: uma com indivíduos entre os 7 e os 12 anos e, numa segunda fase entre os 18 e os 26 anos.

Estudo quer saber como é ser "minoria na minoria"

Vai durar aproximadamente três anos e pretende ser uma investigação exaustiva e contribuir para o conhecimento aprofundado das pessoas LGBT adultas em Portugal com deficiência congénita e/ou adquirida, física e/ou sensorial e sem alterações cognitivas.

 

A palavra gay e a importância da linguagem: “quem cala consente” (com vídeo)

Ash Beckham, lésbica e defensora dos direitos LGBTQ, fez um discurso inteligente, comovente e com muito bom humor com o intuito de reapropriar a palavra ‘gay’, lembrando o público que a linguagem é um instrumento poderoso que pode ser usada como uma arma ou para promover mudanças positivas.

O cérebro (bi)sexual

Uma revisão científica realizada por David Crews, da Universidade do Texas e publicada na científica EMBO, sobre a sexualidade nos animais, trouxe ideias chave e explicações para algumas perguntas e tenta desmoronar alguns preconceitos e dogmas.

 

 

Estudo: Como os filhos mudam a vida dos casais homossexuais

Quando se fala de união entre pessoas do mesmo sexo, a questão da adopção é incontornável. Um grupo de investigadores em vez de estudar o impacto de ter dois pais ou duas mães sobre a criança fez o inverso: analisou o impacto que os filhos têm na vida do casal.

 

Seria Fernando Pessoa gay?

O advogado brasileiro José Paulo Cavalcanti Filho, ao fim de oito anos de investigação e quatro viagens a Portugal, prepara-se para lançar o livro "Fernando Pessoa: Quase uma autobiografia". A obra promete ser polémica. Cavalcanti Filho acredita que Fernando Pessoa chegou a usar 202 nomes diferentes, sendo destes 127 heterónimos. Até aqui acreditava-se que seriam 72 heterónimos. Cavalcanti Filho analisa ainda o perfil do poeta. Para o investigador, tinha "uma vida limitada. Não cometeu nenhuma vilanagem, mas também nenhum acto de heroísmo. Era um anónimo, que se esforçava por ser ainda mais discreto".

Tomografias mostram diferença em cérebros de pessoas transexuais

Uma equipa de cientistas da Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), em Madrid descobriu que existem diferenças nos cérebros de pessoas transexuais. Com esta descoberta, os investigadores esperam ajudar na identificação de pessoas transexuais desde cedo para que haja mais opções de acompanhamento, nomeadamente no atraso dos primeiros sinais da puberdade. Para este estudo foram utilizados tomografias dos cérebros de 18 homens que ainda não começaram o tratamento hormonal comparados com os de 24 homens e 19 mulheres.

Maioria dos portugueses a favor da igualdade entre casais homo e hetero

Que direitos devem ter os casais de pessoas do mesmo sexo em relação aos de pessoas de sexo diferente? 59,1 por cento dos portugueses acredita que devem ter os mesmos direitos enquanto apenas 25,5 por cento sustenta que devem ter menos. Estes são os resultados de uma sondagem divulgada no Público que pretendia caracterizar as crenças e os comportamentos dos portugueses. A defesa da igualdade entre casais é maior na faixa etária entre os 15 e os 34 anos (77,9 por cento) e menor entre os maiores de 55 anos (45,5 por cento). Mesmo entre os mais velhos, apenas 29,9 advogam que os casais de pessoas do mesmo sexo deveriam ter menos direitos.