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Homossexualidade, Identidade de Género e Mulheres em Fernando Pessoa

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Acaba de ser publicado em Portugal o livro "Fernando Pessoa, a homossexualidade, a identidade de género, e as mulheres". Trata-se de um trabalho de investigação organizado por Víctor Correia e realizado nos dois últimos anos, percorrendo a vasta obra de Fernando Pessoa. Neste livro estão também incluídos alguns pequenos inéditos de Fernando Pessoa, deixados de lado pelos investigadores, considerados de pouco interesse. Editado  pela Nota de Rodapé Edições o livro chega agora às livrarias portuguesas.

Passatempo: Queres ir ver a peça "FERNélia"?

Depois de no mês de Outubro ter passado pela Casa de Fernando Pessoa, as cartas de amor de Fernando Pessoa e Ofélia Queiroz são agora levadas à cena no Santiago Alquimista, na zona do Castelo, em Lisboa. Nos próximos dias 8, 15 e 22 de Novembro será possível ver Luís de Portugal II a desempenhar um duplo papel.

"Éter" estreia a 4 de Abril no Teatro Turim (com passatempo)

O UmColetivo, em co-produção com o Teatro Turim, estreia a 4 de Abril o espectáculo "Éter". "Éter" constrói-se sobre o signo da espera: das palavras de dois actores e de um dramaturgo nasce um texto que reflecte sobre as paisagens e desencontros onde esperamos, porque esperamos, com quem esperamos.

“Era óbvia a natureza homossexual de Fernando Pessoa”

"Ele nunca teve mulher, ou homem. Acho que era mais ou menos óbvia a natureza homossexual, mas não existe uma foto, um depoimento, nada que o explicite." A frase é do brasileiro João Paulo Cavalcanti Filho, autor do livro "Fernando Pessoa- Uma Quase-Autobiografia", que acaba de ser editado em Portugal pela Porto Editora.

 

 

Seria Fernando Pessoa gay?

O advogado brasileiro José Paulo Cavalcanti Filho, ao fim de oito anos de investigação e quatro viagens a Portugal, prepara-se para lançar o livro "Fernando Pessoa: Quase uma autobiografia". A obra promete ser polémica. Cavalcanti Filho acredita que Fernando Pessoa chegou a usar 202 nomes diferentes, sendo destes 127 heterónimos. Até aqui acreditava-se que seriam 72 heterónimos. Cavalcanti Filho analisa ainda o perfil do poeta. Para o investigador, tinha "uma vida limitada. Não cometeu nenhuma vilanagem, mas também nenhum acto de heroísmo. Era um anónimo, que se esforçava por ser ainda mais discreto".