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Identidade e opressão

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Graça Fonseca, Secretária de Estado da Modernização Administrativa, falou abertamente da sua homossexualidade numa entrevista. Se vivêssemos num mundo ideal, sem estigmas e violência, nada disso importaria. Mas ainda é necessário falar de homossexualidade, não numa lógica de quem faz o quê com quem (isso é da esfera íntima), mas na óptica da identidade (essa da esfera pública), tal como é necessário falar da identidade cultural, religiosa, étnica, ou outras que são alvo do preconceito da sociedade. E sempre com a consciência de que essas identidades são apenas uma dimensão do que se é na totalidade enquanto indivíduo. Como a própria Graça Fonseca afirma na entrevista ao DN, «na verdade não é uma questão da privacidade, é uma questão de identidade. Que é dizer “eu sou morena e tenho olhos verdes e sou isto”. Aquilo que se faz com ser morena e de olhos verdes é que é uma questão da tua vida privada.»

 

A primeira política portuguesa que assume ser homossexual

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Graça Fonseca, secretária de Estado da Modernização Administrativa, deu uma extensa entrevista ao Diário de Notícias. Fonseca, uma das responsáveis pelo Simplex e pelo Orçamento Participativo de Portugal aborda, entre outros, o tema da discriminação. Na entrevista, conduzida por Fernanda Câncio, Graça Fonseca assume ser homossexual e explica o por quê da importância desta afirmação política.