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As reacções ao massacre de Orlando (com vídeos)

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Têm sido várias as reacções ao massacre de Orlando. As vítimas, as suas famílias e amigos não têm sido esquecidos nesta hora de dor que atinge a comunidade LGBTI em todo o mundo.

Uma em cada cinco pessoas admite viajar para países onde ser LGBTI é ilegal

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Existe desde sempre, mas, no entanto, continua a ser ilegal em 75 países. Nestes países é razão para ser agredido sem possibilidade de defesa legal, detido, ser obrigado a executar trabalhos forçados, ser sujeito a terapias de conversão ou até mesmo alvo de sanção com pena de morte. Falamos de ser homossexual, lésbica, bissexual, transgénero ou intersexo.

Activista trans assassinada na Argentina

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Diana Sacayán recebeu em 2012 o seu novo bilhete de identidade das mãos da presidente Cristina Kirchner, logo após a aprovação de uma lei considerada revolucionária na América Latina. Diana, de 40 anos, foi encontrada morta no seu apartamento, em Buenos Aires, no início desta semana, com marcas de ter sido esfaqueada.

O primeiro prémio ILGA World foi atribuído à Presidente da Argentina (com vídeos)

Cristina Kirchner, a presidente da Argentina, foi distinguida pela mais representativa associação de defesa dos direitos das pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgéneras e intersexuais no planeta, a ILGA World.

 

ONU concede estatuto consultivo à ILGA

A ILGA – International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Intersex Association, com sede em Bruxelas e que tem mais de 750 membros, entre os quais a associação ILGA Portugal, obteve o estatuto de membro consultivo aprovado pela Organização das Nações Unidas esta segunda-feira.

A organização fundada em 1978 deparou-se com campanha promovida por países africanos e islâmicos contra esta atribuição, no entanto a ILGA World, como também é designada, recebeu 29 votos favoráveis na reunião do Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), 14 votos contra a sua entrada no grupo e cinco abstenções. Esta deliberação dá-lhe o direito a participar, pronunciar e fornecer informações oficialmente, como fonte da ONU, e ainda participar de reuniões do Conselho de Direitos Humanos. O pedido da ILGA World surgiu há mais de uma década.