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Marielle, presente! Hoje e sempre

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Marielle Franco, 38 anos, mulher negra, cria da favela da Maré, filha de Marinete e Antonio Francisco da Silva Neto, mãe de Luyara, namorada e companheira de vida de Monica Benício, estudante de cursinho popular, prounista, socióloga, mestra, professora, filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), com 46.502 votos tornou-se a quinta vereadora mais votada no Rio de Janeiro em 2016, ativista pelos direitos humanos, defensora das causas LGBTT+. Ativista acadêmica comprometida com a produção de uma escrita contra hegemônica e verdadeiramente preocupada com a efetividade das teorias que estudava.

Inês Marto: O poder do feminino: transformismo, um eco de alma (com vídeos)

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Há coisas em nós que não se conseguem explicar nem com dois dedos de conversa, nem com meia dúzia de páginas de texto. O efeito lunar que o poder do feminino tem em mim é uma delas. E o pináculo disso, para mim, está no transformismo, por ser uma ode à mulher.

 

Romeu Monteiro: “Tudo começa por dar a cara”

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Desde 2008 coordenei muitas dezenas de reuniões de apoio a jovens LGBT. Reuniões de jovens cujas famílias não sabiam onde eles estavam ou o que estavam a fazer. Em que a resposta a "quando é que pensas contar à tua família" era quase sempre "quando terminar o curso", porque temiam ficar sem casa, sem sustento, sem possibilidade de continuar a estudar.

 

 

"Ainda há quem tenha de se 'esconder' para garantir a sua integridade física e moral"

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Assinala-se hoje o Dia Internacional da Não Violência e da Paz nas Escolas. Convidamos Rita Gonçalves, uma das alunas da Escola Secundária de Vagos que, em conjunto com mais colegas, se mobilizou em Maio passado contra a homofobia na sua escola.

 

 

Afirmação LGBTQI

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Há dias recebi uma mensagem de um leitor, do Brasil. Escreveu-me um longo texto, dizendo-me que vai acompanhando o meu percurso, que lê os poemas e artigos publicados aqui e acolá. E agradeceu-me. Não só pelos escritos, mas sobretudo por um vídeo em que apareço a discursar no encontro «Portugal, quem és tu?» — organizado pelo Fernando Alvim, em Janeiro de 2015, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa –, onde abordo a questão do bullying homofóbico de que fui alvo até aos 18 anos.

 

 

“Valentim de Barros é também a cara da resiliência”

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Valentim de Barros foi homenageado na 25ª Gala da Abraço. Em cima do palco o actor José Raposo e a escritora Inês Marto deram a conhecer a muitos dos presentes quem foi o bailarino português que passou quase quatro décadas encarcerado no Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, por ser homossexual.

Kevin Spacey, ser gay não é para as ocasiões

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Ontem, assim que acordei, percebi que se calhar o vilão Francis Underwood e Kevin Spacey não são assim tão diferentes. Digo isto por um motivo apenas, tentou criar uma diversão mediática para algo injustificável como é o assédio sexual, o que é agravado por ter sido dirigido a um menor.

 

 

Identidade e opressão

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Graça Fonseca, Secretária de Estado da Modernização Administrativa, falou abertamente da sua homossexualidade numa entrevista. Se vivêssemos num mundo ideal, sem estigmas e violência, nada disso importaria. Mas ainda é necessário falar de homossexualidade, não numa lógica de quem faz o quê com quem (isso é da esfera íntima), mas na óptica da identidade (essa da esfera pública), tal como é necessário falar da identidade cultural, religiosa, étnica, ou outras que são alvo do preconceito da sociedade. E sempre com a consciência de que essas identidades são apenas uma dimensão do que se é na totalidade enquanto indivíduo. Como a própria Graça Fonseca afirma na entrevista ao DN, «na verdade não é uma questão da privacidade, é uma questão de identidade. Que é dizer “eu sou morena e tenho olhos verdes e sou isto”. Aquilo que se faz com ser morena e de olhos verdes é que é uma questão da tua vida privada.»

 

Estive no Pride do Uganda. A luta continua

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Enquanto esperava pelo táxi no Aeroporto de Entebbe, enchi o peito de orgulho e esperança pela Marcha do Orgulho LGBT 2017 de Uganda. Nos próximos dias, finalmente, as pessoas LGBT iriam reunir-se numa série de eventos para celebrar o espírito de comunidade, diversidade e orgulho. Momentos assim são raros e preciosos no Uganda. As pessoas LGBT têm pouquíssimas oportunidades, quando muito, de sentir a força de uma acção comum. A Marcha do Orgulho é um combustível para activistas que enfrentam todas as adversidades para lutar pelos seus direitos.

 

 

Inês Marto: "Gosto de acreditar que podemos amar porque sim, e isso chega"

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Inês tem uma história de vida que decidiu partilhar com os leitores do dezanove. Sem dúvida um testemunho especial e interessante. Decidimos publicar o seu testemunho e, a seguir, entrevistá-la para saber mais sobre ela. Afinal não temos todos algo para dar e receber?