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Identidade e opressão

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Graça Fonseca, Secretária de Estado da Modernização Administrativa, falou abertamente da sua homossexualidade numa entrevista. Se vivêssemos num mundo ideal, sem estigmas e violência, nada disso importaria. Mas ainda é necessário falar de homossexualidade, não numa lógica de quem faz o quê com quem (isso é da esfera íntima), mas na óptica da identidade (essa da esfera pública), tal como é necessário falar da identidade cultural, religiosa, étnica, ou outras que são alvo do preconceito da sociedade. E sempre com a consciência de que essas identidades são apenas uma dimensão do que se é na totalidade enquanto indivíduo. Como a própria Graça Fonseca afirma na entrevista ao DN, «na verdade não é uma questão da privacidade, é uma questão de identidade. Que é dizer “eu sou morena e tenho olhos verdes e sou isto”. Aquilo que se faz com ser morena e de olhos verdes é que é uma questão da tua vida privada.»

 

Estive no Pride do Uganda. A luta continua

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Enquanto esperava pelo táxi no Aeroporto de Entebbe, enchi o peito de orgulho e esperança pela Marcha do Orgulho LGBT 2017 de Uganda. Nos próximos dias, finalmente, as pessoas LGBT iriam reunir-se numa série de eventos para celebrar o espírito de comunidade, diversidade e orgulho. Momentos assim são raros e preciosos no Uganda. As pessoas LGBT têm pouquíssimas oportunidades, quando muito, de sentir a força de uma acção comum. A Marcha do Orgulho é um combustível para activistas que enfrentam todas as adversidades para lutar pelos seus direitos.

 

 

Inês Marto: "Gosto de acreditar que podemos amar porque sim, e isso chega"

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Inês tem uma história de vida que decidiu partilhar com os leitores do dezanove. Sem dúvida um testemunho especial e interessante. Decidimos publicar o seu testemunho e, a seguir, entrevistá-la para saber mais sobre ela. Afinal não temos todos algo para dar e receber?

 

 

 

Quem afirma ter sexo e nega ter género: considerações e críticas ao Gender Paranoia (Ideologia de Género)

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No artigo 'Peço desculpa, tenho sexo, não tenho género', o autor José Manuel Fernandes, sugere esclarecer o que ele ainda não foi capaz de entender: orientação/preferência sexual não é o mesmo que género/papel de género, e muito menos, sexo biológico.

 

 

Rui Maria Pêgo: "Ir aqui, na próxima terça-feira, entre as 18h e as 20h"

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Sobre a existência do campo, um porta-voz da presidência da Chechénia diz: "Não se pode prender ou perseguir pessoas que não existem aqui, Se tais pessoas existissem na Chechénia, as autoridades não teriam que se preocupar, porque as próprias famílias tratariam de enviá-los para sítios de onde já não pudessem voltar".

Quando foi comigo, o paneleiro

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Existem dias em que com muita esperança, talvez presunção, penso "já passou", que, enquanto adulto, está tudo bem, que não voltarei a sentir isolamento, que não vou olhar o mundo e pensar que está contra mim e que já fiz o percurso que tinha de ser feito. Está mais perto, mas sair do armário, como lhe chamam, faz apenas parte do início da caminhada.

 

 

Opinião: “Tenho de morrer para que se reconheça?”

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Recentemente, assisti a um documentário sobre um crime homofóbico que aconteceu nos anos 90: “Matt Shepard is a friend of mine”; um rapaz de 21 anos que foi espancado por dois rapazes ligeiramente mais velhos, de forma brutal, acabando por sucumbir às mazelas dias depois, e morrer.

Sara Martinho: "É importante falar de Hillary"

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"I know we have still not shattered that highest and hardest glass ceiling, but someday, someone will, and hopefully sooner than we might think right now." — Hillary Clinton

 

Hillary, com H grande

Hillary Diane Rodham, porque o apelido Clinton chegou mais tarde. Diz-se que cinco anos depois de ter casado e apenas pelas questões relacionadas com a estabilidade do seu casamento com Bill, entenda-se, junto de algum eleitorado. O de sempre, já se sabe.