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Estudo: Profissionais de saúde concordam com a PrEP em Portugal

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Um estudo académico levado a cabo por Rui Baptista Gonçalves, estudante do Mestrado Integrado em Medicina da Universidade do Algarve demonstra que três em cada quatro profissionais de saúde que trabalham na área do VIH em Portugal concordam com a implementação da PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) no nosso país.

 

 

Tema da PrEP já chegou ao Parlamento

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“O que acham de PrEP?” Foi esta a questão colocada por vários leitores do dezanove.pt aos deputados que participaram no debate promovido a 17 de Maio. A profilaxia pré-exposição (PrEP) consiste na toma de um medicamento, usado para tratar pessoas que vivem com VIH, para prevenir a infecção por VIH em pessoas seronegativas. Vários estudos demonstraram que, quando tomada devidamente, esta estratégia de prevenção anti-VIH tem uma eficácia perto dos 100 por cento. Na Europa apenas em França inclui a PrEP  no Sistema Nacional de Saúde. 

“PrEParar o futuro” sem repetir os erros do passado

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A SIDA marcou profundamente a percepção da homossexualidade nos anos 80 e 90, e ainda hoje é mais prevalente entre homens que fazem sexo com homens (HSH), disseminada sobretudo devido a comportamentos sexuais de risco [1]. No entanto, não é a única consequência do sexo desprotegido na população HSH. A sífilis, por exemplo, também é mais prevalente nesse grupo de pessoas e a sua incidência tem aumentado ao longo dos últimos anos [2], também devido ao sexo desprotegido [3].

Porque comecei a fazer PrEP

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Nasci no ano em que a SIDA se passou a chamar SIDA. Quando ainda não se sabia o que a provocava. Primeiro foi o “cancro gay”, depois o “GRID” (imunodeficiência associada aos gays). A seguir conhecemos o VIH. E logo as campanhas moralistas impulsionadas pelo silêncio assassino de Ronald Reagan que proclamavam a SIDA como o “castigo” pelos gays serem gays – quem não se lembra da famosa frase “A SIDA cura a homossexualidade”? Já no final da década e inícios dos anos 90 vieram as mortes dos famosos, histórias de solidariedade e luta, o AZT e as grandes manifestações em Nova Iorque do Act Up.

 

OMS recomenda tomar anti-retrovirais para fins preventivos a homossexuais e bissexuais

Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou de forma inequívoca que todos os homens HIV-negativos que mantêm relações sexuais com outros homens devem tomar anti-retrovirais anti-VIH, como por exemplo o medicamento Truvada.