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“Os gays católicos não sabem que o Vaticano se ri deles”

 

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Krzysztof Charamsa esteve debaixo dos holofotes nas aquando da sua passagem por Lisboa para promover o livro “A primeira pedra. Eu, padre gay, e a minha revolta contra a hipocrisia de igreja”, editado pela Planeta. Krzysztof Charamsa foi o primeiro padre a trabalhar no Vaticano a declarar-se homossexual e a apresentar o seu companheiro. Agora, em entrevista ao dezanove.pt, analisa o impacto da estadia em Portugal, o papel de associações de homossexuais católicos e o protagonismo das associações de leigos, como é o caso da Associação Portuguesa dos Psicólogos Católicos.

Homossexuais Católicos: “Assistimos a um fenómeno preocupante. Quem expressa uma opinião contrária à nossa é necessariamente homofóbico”

 

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A Associação Rumos Novos - Homossexuais Católicos descreve como “infeliz” a forma como a psicóloga Maria José Vilaça se referiu à homossexualidade, no entanto, destaca como positivo o apelo da presidente da Associação dos Psicólogos Católicos para que os pais aceitem os filhos.

 

 

 

Pessoas LGBT e religiões: uma relação que parece ter muitos caminhos

 

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Uma plateia surpreendida com a possibilidade de a linguagem do Corão ser menos patriarcal que as restantes religiões monoteístas. Um padre anglicano a ler passagens do Catecismo romano para demonstrar como que a Igreja Católica continua a não aceitar os homossexuais. Igrejas protestantes em Itália que celebram bênçãos a casais de pessoas do mesmo sexo. Uma moderadora "ateia" que chama a um participante de “católico” e a outra de “cristã”.

Os melhores de 2014 (e algumas desilusões)

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Pelo quinto ano consecutivo o dezanove escolhe as personalidades, projectos, entidades e factos que mais se destacaram ao longo dos últimos meses. São estes os vencedores dos Prémios dezanove.

As perguntas históricas do Vaticano sobre os homossexuais

 

O Vaticano pediu aos bispos de todo o mundo que perguntem aos fiéis qual a sua opinião sobre os ensinamentos da igreja no que concerne à contracepção, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e ao divórcio.

 

Alentejo com novo projecto LGBT: Beja Diversidades

Beja Diversidades é o nome do novo grupo informal nascido este Verão com o intuito ajudar à mudança das mentalidades e atitudes em relação às questões da orientação sexual, identidade de género, homofobia e violência doméstica. O projecto conta com o apoio da associação da Opus Gay e procura junto da câmara municipal local a cedência de um espaço para reuniões informativas e de apoio à população LGBT deste distrito. Mas os heterossexuais não ficam de fora, “precisamos que os heteros nos ajudem, porque esta luta é de todos” dizem os responsáveis do Beja Diversidades, que tem marcado, até ao momento, a sua actividade na internet e nas redes sociais.

 

 

Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa foi a maior de sempre (vídeo)

Cinco mil pessoas participaram na Marcha do Orgulho LGBT 2010 de Lisboa, que decorreu hoje. Os números foram avançados pela agência Lusa que refere que na edição de 2009 estiveram presentes 2500 pessoas. No ano passado estiveram presentes 11 organizações, enquanto desta vez foram 18 as associações e colectivos representados: não te prives, núcleo LGBT da Amnistia Internacional, APF - Associação para o Planeamento da Família, Médicos pela Escolha, ILGA Portugal, Amplos – Associação de Pais e Mães pela Liberdade de Orientação Sexual, UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, Associação Cultural Janela Indiscreta, rede ex aequo, ATTAC, Rumos Novos - Grupo Homossexual Católico, GAT, Grupo de Trabalho Identidade XY, Poli Portugal, Panteras Rosa, Sentidos e Sensações, Solidariedade Imigrante e SOS Racismo.

Mais fotografias da Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa 2010 aqui.

    

 

 

 

Sábado marcha-se em Lisboa

A 11ª Marcha do Orgulho LGBT em Lisboa realiza-se no próximo sábado, dia 19 de Junho. Com saída às 17 horas do Jardim do Príncipe Real a marcha que defende o conceito de orgulho por oposição à vergonha terá o seguinte percurso (ver mapa):

01) Praça do Príncipe Real - troço a partir do ISCEM (entroncamento com a Calçada da Patriarcal)

02) Rua D. Pedro V

03) Rua S. Pedro de Alcântara

04) Rua da Misericórdia

05) Largo do Chiado

06) Rua Garrett

07) Rua do Carmo

08) Praça D. Pedro IV (Rossio) - troço entre a Rua do Carmo e a Rua da Betesga

09) Rua da Betesga

10) Praça da Figueira (atravessada na diagonal entre a Rua da Betesga e a Rua D. Duarte)

11) Rua da Palma (troço do Hotel Mundial) Chegada à Praça do Martim Moniz e concentração

A organização da marcha este ano conta com 18 associações e colectivos: não te prives, núcleo LGBT da Amnistia Internacional, APF - Associação para o Planeamento da Família, Médicos pela Escolha, ILGA Portugal, Amplos – Associação de Pais e Mães pela Liberdade de Orientação Sexual, UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, Associação Cultural Janela Indiscreta, rede ex aequo, ATTAC, Rumos Novos - Grupo Homossexual Católico, GAT, Grupo de Trabalho Identidade XY, Poli Portugal, Panteras Rosa, Sentidos e Sensações, Solidariedade Imigrante e SOS Racismo.

 

A Organização da 11ª Marcha do Orgulho Gay já divulgou os objectivos do evento do próximo Sábado, que podem ser lidos na sua página do Facebook: - Assinalar o dia 28 de Junho de 1969, pois foi nessa data que, na cidade de Nova Iorque (EUA), no bar Stonewall Inn, homossexuais e transexuais resistiram, pela primeira vez na história, às habituais rusgas policiais, à discriminação e à violência. - Ocupar o espaço público com a diversidade de identidades de género e de orientações sexuais que nos caracteriza enquanto seres humanos. - Contrapor à vergonha que muitos/as querem impor às pessoas LGBT o Orgulho. - Celebrar o recente direito adquirido de igualdade no acesso ao casamento civil, tudo o que já foi conseguido e continuar a mobilizar-nos para que mais seja possível alcançar, até chegarmos a uma cidadania plena. - Recordar que, no Portugal de 2010, há ainda muito caminho a percorrer na luta contra a discriminação com base na orientação sexual e na identidade de género. - Promover e respeitar a diversidade sexual como valor humano porque boatos, anedotas, mexericos e controlo social continuam a contrariar o direito à felicidade de todas/os. - Denunciar o facto de, pelo mundo fora, existirem sete países em que a homossexualidade é punida com pena capital e que em 93 outros qualquer pessoa pode ser julgada e punida com multa ou prisão por ser lésbica, gay, bissexual ou transgénero. Saímos à Rua porque muitos/as de nós, amigos/as, colegas, familiares, pessoas ao nosso lado, vivem a discriminação todos os dias, mesmo que num silêncio imposto pelo medo, pela solidão ou pela vergonha. Por isso, importa denunciar, olhar nos olhos, ocupar o espaço. Fazemos da nossa cidadania uma bandeira contra a homofobia, a lesbofobia, a bifobia e a transfobia.

Cavaco Silva promulga mas está contra a palavra “casamento” (vídeo)

“Não devo contribuir para o arrastar deste debate”, referiu hoje Cavaco Silva na comunicação ao país, onde explicou, numa curta declaração, que optou por promulgar o diploma do casamento entre pessoas do mesmo sexo. O Presidente da República apresentou duras críticas ao diploma e aos partidos que o aprovaram. “É de lamentar que não tenha havido consenso” sobre o assunto, já que, nas suas palavras, seria possível “evitar clivagens” na sociedade. Cavaco Silva exemplificou com os casos da França, Alemanha, Dinamarca e Reino Unido, onde existe um enquadramento semelhante ao matrimónio que protege os casais homossexuais, sem no entanto se chamar “casamento”. Dos 27 países da UE, apontou, apenas outros quatro escolheram o caminho português. Pelo “superior interesse nacional do país” que atravessa uma crise financeira, Cavaco optou por promulgar o diploma, dado que era expectável uma nova maioria na Assembleia da República. Perante uma segunda aprovação da Assembleia, Cavaco Silva era obrigado a promulgar o diploma.

 

Recorde-se que a comunicação de Cavaco Silva foi feita no Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Transfobia, uma data assinalada com uma marcha em Coimbra, que segundo a organização reuniu "mais de 300 pessoas" e uma conferência sobre homofobia e uma acção de Abraços Grátis em Lisboa.  Ainda hoje às 22 horas, no Terreiro do Paço, em Lisboa, o Rumos Novos – Grupo Homossexual Católico, vai realizar uma manifestação pública. Foi nessa praça que decorreu na semana passada a missa aquando da passagem de Bento XVI por Lisboa. Em Fátima, o Papa agradeceu “asiniciativas que visam tutelar os valores essenciais e primários da vida, desde a sua concepção, e da família, fundada sobre o matrimónio indissolúvel de um homem com uma mulher”.

 

 Foto destaque: Cavaco Silva, hoje no Palácio de Belém, enquanto se dirigia ao país, fotografado pelo dezanove

IDAHO: Contra a Homofobia e a Transfobia

A 17 de Maio assinala-se o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia e a Transfobia. A data (conhecida internacionalmente por IDAHO), instituída em 2005 pelo activista francês Louis-Georges Tin, visa consciencializar a população em geral para a necessidade de se respeitar a identidade de género e os direitos das pessoas independentemente da orientação sexual bem como acabar com a discriminação e violência homofóbica e transfóbica. Algumas entidades públicas, associações e colectivos do movimento LGBT português associam-se a esta data promovendo iniciativas em vários pontos do país: Ainda antes da data oficial, no Sábado dia 15 o warm up é no Porto e em Lisboa com o beijaço organizado pelo MICA-me. Em Lisboa: “Conferência Homofobia fora do armário: Identificar e Combater a Discriminação das Pessoas LGBT em Portugal” organizada pela ILGA Portugal, a Amplos e a rede ex aequo em conjunto com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG). Free Hugs {abraços grátis}, uma mobilização da associação rede ex aequo com o apoio da CIG.

Pelas 22h00, o Rumos Novos – Grupo Homossexual Católico, vai realizar, no Terreiro de Paço, uma manifestação pública, “Falando acerca do silêncio: uma vela em homenagem a cada vítima de homofobia”. O ponto de encontro será no local, às 21h30. E em CoimbraMarcha Contra a Homofobia e Transfobia, organizada pela não te prives Recorde-se que a escolha da data está relacionada com a retirada em 1990, por parte da Organização Mundial de Saúde (OMS), da homossexualidade da lista das doenças mentais. 20 anos após a decisão da OMS, a homossexualidade continua a ser proibida em 80 países e punida com pena de morte em sete deles. (actualizado a 17 de Maio)