Deputados do PSD, CDS e PS continuam a não querer que casais de pessoas do mesmo sexo tenham a possibilidade de adoptar

Falta menos de um mês para o primeiro Encontro Nacional de Jovens Transgéneros. A organização é da associação de jovens LGBT, rede ex aequo.

É apresentada esta terça-feira em conferência de imprensa, em Lisboa, a primeira campanha anti-discriminação sobre trabalho sexual em Portugal. O vídeo, que serve de base à campanha, conta com testemunhos reais que pretendem desmistificar a imagem dos profissionais ligados ao sexo.

A sessão “Poemas no Jardim” foi a primeira de um conjunto de actividades do segundo dia do Festival Pride Azores que decorre até Sábado em Ponta Delgada. A iniciativa juntou várias pessoas no jardim Anthero de Quental que leram poemas e textos da autoria de Eduardo Galeano, António Botto, Virginia Woolf, Clarice Lispector, Oscar Wilde. Sofia Montenegro (na foto) aproveitou oportunidade para apresentar escritos da sua autoria.
REPORTAGEM

Arrancou esta terça-feira em Ponta Delgada o primeiro festival de temática LGBT nos Açores. A sessão de abertura teve lugar no auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.

A 13ª edição da Marcha do Orgulho LGBT percorreu várias ruas da capital. Em todas se reivindicaram direitos e o fim à discriminação. Em todas se levantou a bandeira do arco-íris e foi possível ver que a diversidade existe e pode coabitar sem preconceitos. Mas nem todos os que assistiram nos passeios ao desfile das organizações participantes sabem o que cada uma reivindica. O dezanove.pt faz o resumo das reivindicações da marcha que terminou na Praça da Figueira.

Os avanços conquistados pela comunidade LGBT portuguesa nos últimos anos não fizeram esmorecer os manifestantes que se reuniram este Sábado à tarde em Lisboa.

Adaptada de materiais da Australian Rainbow Families Council, uma associação que trabalha para as famílias arco-íris (isto é, famílias que não aceitam o conceito tradicional de família como o único modelo familiar relevante), a associação ILGA Portugal lançou uma campanha pela visibilidade de todas as famílias.

Uma lei russa que impede a expressão pública de outra orientação sexual que não seja a heterossexual está a causar agitação na comunidade internacional. A lei designada por Lei Anti-Propaganda Homossexual foi aprovada e encontra-se em vigor nas cidades de São Petersburgo, Arkhangelsk e Kostroma.

Assinala-se mundialmente a 8 de Março, desde 1975, o Dia Internacional da Mulher, sob insígnia das Nações Unidas.
O dezanove.pt falou com Salomé Coelho, activista na UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, para perceber o enfoque feminista e lésbico deste dia:

Retirar a ideologia de que a violência doméstica, a violação, o assédio ou o abuso sexual ainda podem ser culpa das vítimas é um dos vários argumentos que levará à rua vários defensores dos direitos humanos na próxima sexta-feira. O dia também foi escolhido para o lançamento de duas campanhas de publicidade em Portugal.

O Movimento 12 de Março, nascido das manifestações do Protesto “Geração à Rasca”, vai sair novamente às ruas no próximo Sábado. O 15.O, ou “15 de Outubro, a democracia sai à rua!”, será uma manifestação global de "protesto apartidário, laico e pacífico", como referem os organizadores.

O FeministizARTE vai já na segunda edição e pretende despertar, pela arte e pelo belo, a consciência feminista. O festival, que arranca a 3 de Setembro e se prolonga até ao fim do mês, é organizado pelo Núcleo de Braga da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR). No Estaleiro Cultural Velha-a-Branca ficarão as exposições permanentes de Mariana Bacelar, Mariana Selva, Ana Pereira e Natacha Pereira. Na Livraria Centésima Página estarão as obras da artista Olga Barbosa. Já o espaço Quatorze vai acolher os trabalhos de Helena Elias.
Ao longo do mês de Setembro vão decorrer performances do GATA (Grupo Activismo e Transformação pela Arte), de Vânia Silva, Maíra Ribeiro e Ana Baptista, Armando Pinho, Flávio Rodrigues e do Tin.Bra. Ana Gabriela Macedo e Manuela Tavares vão apresentar os seus livros. A entrada nos eventos é gratuita.

“A ausência de mulheres visíveis no movimento LGBT alimenta-se mais de ideias preconcebidas do que de factos reais. Existem e sempre existiram muitas mulheres activas, participativas e visíveis no movimento.” A frase é de Eduarda Ferreira, defensora dos direitos das lésbicas e vem na sequência das muitas mulheres que participaram na Marcha do Orgulho deste Sábado em Lisboa. Não seria necessário mais, mas a prova veio no final da Marcha quando a maioria dos que subiram ao habitual camião dos discursos, este ano estacionado na Praça da Figueira, não eram eles, mas sim elas.
9 de Julho é a data que a comissão organizadora da Marcha do Orgulho LGBT do Porto (MOP) escolheu para levar às ruas da Invicta a sexta edição do evento. A comissão organizadora da MOP é composta por 13 entidades: Bloco de Esquerda, Caleidoscópio LGBT, GIS - Grupo de Intervenção Solidário, Grupo Identidade xy - Sindicato unificado da Polícia, Juventude Socialista, Panteras Rosa - Frente de Combate à LesBiGayTransfobia, Partido Humanista, Poly-Portugal, Ponto Bi, PortugalGay.pt, Rede PJIOMH - Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens, SOS Racismo e UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta.

A polémica estalou no passado dia 14 de Fevereiro, quando no seguimento de uma audição pública sobre “Políticas de Juventude” na Assembleia da República, participou, entre outras associações, a rede ex aequo, coordenadora do Projecto Inclusão que visa fazer frente à desinformação e à negatividade existente no campo da orientação sexual e da identidade de género. Projecto, que é apoiado pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e do Instituto Português da Juventude. A associação juvenil pretendia que o Ministério da Educação (ME) encetasse a distribuição de cartazes e questionários dirigidos ao público escolar e juvenil produzidos no âmbito do projecto, materiais, que de resto, já estão a ser distribuídos por todo o país em vários suportes. Há uma semana o Ministério de Isabel Alçada, representado por duas técnicas (a Coordenadora do Núcleo de Educação para a Saúde, Acção Social Escolar e Apoios Educativos e uma Técnica da Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular) recusou o apoio ao projecto alegando que o ME tem de ser «neutro em assuntos que possam ser considerados ideológicos».