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Ângelo Fernandes: “É preciso que haja homens que se apresentem como feministas”

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Surgida no início do ano, a associação Quebrar o Silêncio veio preencher uma lacuna no apoio a homens vítimas de violência e abuso sexual em Portugal. Entre o apoio que prestam de forma online e presencial surge agora um encontro dirigido ao grande público dias 16 e 17 de Novembro no ISCTE, em Lisboa. “O homem promotor da igualdade” pretende desafiar a masculinidade tradicional e envolver o homem na luta pelos direitos das mulheres. “O que nós propomos é uma reflexão sobre como podemos motivar mais a participação do homem para a igualdade de género” comenta Ângelo Fernandes, da direcção executiva da Quebrar o Silêncio. Um tema obrigatório nos dias que correm e para melhor compreender na entrevista que se segue.

 

Ataque homofóbico em Lisboa

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Para Dária, Daniel e mais um amigo a noite do último Sábado não correu como planeado. Após sairem de uma festa LGBT-friendly, já em plena rua e por volta das 06h30 da manhã começaram a ouvir "bocas": "Olha os paneleiros, com uma miúda, vão se todos enrabar com amiga!". Era o princípio de mais um ataque homofóbico.

“Fragmentos”, uma peça sobre abusos sexuais

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Abusos. Violência. Sexo pelo sexo. Só pelo corpo. Pela carne. Como um troféu. Sem distinção de idade, género ou orientação sexual.  Um grupo de jovens actores do Projecto RevelArte, do Teatro Contra-Senso, em Lisboa, vai abordar em palco as consequências destas agressões e dos abusos sexuais na adolescência.

Violência entre casais: “O facto de não ter dado importância, fez com que se tornasse contínuo”

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Ao longo dos anos as diferentes formas de violência ocorridas nos relacionamentos íntimos entre pessoas do mesmo sexo estão a ser alvo de cada vez mais estudos académicos. Investigadores, bolseiros e até vítimas procuram o dezanove.pt como plataforma de divulgação. Alguns destes trabalhos são inclusive premiados. Por exemplo, no passado mês de Dezembro, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima concedeu uma menção honrosa à dissertação de mestrado da psicóloga Ana M. R. Santos. Santos decidiu investigar a "Violência nos Relacionamentos Íntimos entre Indivíduos do Mesmo Sexo”.

"Não posso estar sempre a chamar a polícia sempre que sou insultado na rua" (com vídeo)

Cristina e João trans A tarde é sua tvi fátima

Uma mãe e um jovem trans mostraram na televisão os piores efeitos da transfobia no país real. Fátima Lopes recebeu esta quarta-feira no programa "A Tarde é Sua" (TVI) uma família de Barcelos. Mãe e filho, que se identifica neste momento como João, partilharam bastantes momentos emotivos e mostraram como ainda é duro ser transexual especialmente fora dos grandes centros urbanos. Ambos já foram vítimas de várias agressões, apresentaram queixas nas autoridades e foram obrigados a mudar de vida para poderem viver sem violência.

Marcha pelo fim da violência contra as mulheres em Lisboa

Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres - foto: Inês Costa Monteiro

Realizar-se-á esta sexta-feira, dia 25 de Novembro, a 6.ª Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. Várias organizações convocaram a marcha que partirá da Praça do Comércio, pelas 18h00, em direcção ao Rossio, em Lisboa.

 

 

Istambul: Marcha do Orgulho cancelada, irrompem protestos e violência policial

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Este Domingo à tarde a polícia turca usou gás lacrimogéneo e balas de borracha para dispersar os activistas de defesa dos direitos das pessoas transexuais, depois destes se terem reunido em protesto pelo cancelamento da Marcha do Orgulho LGBT de Istambul. 

Uma em cada cinco pessoas admite viajar para países onde ser LGBTI é ilegal

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Existe desde sempre, mas, no entanto, continua a ser ilegal em 75 países. Nestes países é razão para ser agredido sem possibilidade de defesa legal, detido, ser obrigado a executar trabalhos forçados, ser sujeito a terapias de conversão ou até mesmo alvo de sanção com pena de morte. Falamos de ser homossexual, lésbica, bissexual, transgénero ou intersexo.

Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres (galeria de fotos)

Marcha Fim Violência Contra Mulheres Lisboa

Esta quarta-feira à ao fim da tarde homens e mulheres percorreram a Baixa lisboeta para exigir o fim da violência exercida contra as mulheres

A 5ª edição da marcha foi organizada por vários colectivos da sociedade civil e reuniu largas dezenas de manifestantes.

A reportagem fotográfica é da autoria de Inês Costa Monteiro e pode ser vista aqui.

Marchas pedem fim da violência contra as mulheres

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Na próxima quarta-feira, dia 25 de Novembro, pelas 18 horas, sairá da Praça do Comércio, com destino ao Rossio, em Lisboa, a 5ª Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. Esta acção, convocada por numerosas organizações da sociedade civil, procura dar visibilidade às graves formas de violência que se exercem sobre as mulheres, consequência de sistemas culturais e políticos que conferem primazia ao patriarcado.